MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

O Ministério Público Militar (MPM) realizou, no dia 25 de fevereiro de 2026, na Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro, uma cerimônia em homenagem ao procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes, por ocasião de sua aposentadoria, após uma das trajetórias mais extensas da história da Instituição.

MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

O evento reuniu, na Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro/RJ (PJM Rio de Janeiro/RJ), membros, servidores e autoridades da Justiça Militar da União para celebrar a carreira do procurador, marcada pela dedicação institucional, excelência profissional e respeito no trato com colegas e colaboradores. A cerimônia contou com a presença do procurador-geral de Justiça Militar, Clauro Roberto de Bortoli, e do diretor-geral do MPM, Antonio Carlos Alves Coutinho. Também estiveram presentes membros da Defensoria Pública da União (DPU), advogados que atuam perante a Justiça Militar da União, servidores dessa jurisdição, além de membros e servidores do Ministério Público Militar.

A cerimônia foi conduzia pela jornalista Claudia Cataldi, aluna do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE) da Escola Superior de Guerra, responsável pela apresentação dos trabalhos e pela condução da sequência de homenagens. O evento contou ainda com uma apresentação especial da banda FuzziBossa, dos Fuzileiros Navais, que prestou uma homenagem musical ao procurador aposentado. A cerimônia contou também com a presença especial da esposa do procurador, Maria Beatriz Petiz Fernandes, igualmente homenageada em reconhecimento ao apoio e à parceria ao longo de quase cinco décadas de dedicação.

MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

Trajetória institucional – Natural do Rio de Janeiro, Ronaldo Petis ingressou no Ministério Público Militar em 16 de março de 1976, iniciando sua carreira como Substituto de Procurador Militar de Terceira Categoria. Em 1980, o cargo passou a denominar-se Substituto de Procurador Militar de Segunda Categoria.

Com a reorganização institucional decorrente da Constituição Federal de 1988, passou a integrar o quadro permanente do MPM como Procurador Militar de Segunda Categoria. Posteriormente, com a edição da Lei Complementar nº 75, de 1993, o cargo passou a denominar-se Promotor de Justiça Militar. Em 17 de setembro de 1996, foi promovido ao cargo de Procurador de Justiça Militar, função que exerceu até sua aposentadoria.

Ao concluir sua trajetória institucional, Ronaldo Petis acumulava 49 anos e 11 meses de serviço efetivo no Ministério Público Militar, aproximando-se de cinco décadas de dedicação à Instituição.

Durante sua carreira, também desempenhou relevantes funções administrativas e estratégicas, entre elas: Gestor Administrativo da Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro; Membro de Subcomissão Regional do MPM; Integrante do Conselho Editorial do Ministério Público Militar; Integrante do Comitê Estratégico de Tecnologia; Integrante do Grupo de Apoio à Gestão Estratégica.

Reconhecimento – Durante a cerimônia, diversas autoridades e colegas destacaram não apenas a trajetória profissional do homenageado, mas também sua qualidade humana e institucional.

MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

A procuradora de Justiça Militar Hevelize Jourdan Covas Pereira, coordenadora administrativa da PJM Rio de Janeiro/RJ, destacou sua admiração pelo homenageado como pessoa e colega de instituição. Segundo ela, o procurador sempre se destacou pela cordialidade, capacidade de acolhimento e respeito no trato com todos, características que marcaram sua convivência institucional.

O procurador de Justiça Militar Ailton José da Silva, diretor jurídico da Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), destacou o privilégio de ter compartilhado uma parte significativa de sua carreira com o homenageado, ressaltando sua dedicação, elegância e excelência no exercício de suas funções.

Em nome dos servidores, Áureo de Albuquerque Lima, da 4ª PJM Rio de Janeiro/RJ, destacou o relacionamento respeitoso e a confiança que o procurador sempre depositou nos servidores ao longo de décadas de trabalho conjunto. Em tom descontraído, observou que quase 50 anos de atuação poderiam figurar no “Guinness Book do Ministério Público”.

MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

Gratidão e missão institucional – Em sua fala, Ronaldo Petis Fernandes demonstrou emoção ao agradecer a presença de colegas, membros e autoridades, destacando especialmente o reconhecimento institucional recebido. Na ocasião, também fez questão de mencionar brevemente a importância do trabalho realizado pela Administrative Executive and Public Security Manager do Ministério Público Militar, Daiane de Figueiredo de Oliveira, ressaltando sua eficácia e compromisso no exercício de suas funções, contribuições que, segundo ele, fortalecem a solidez das atividades institucionais.

Ao refletir sobre sua trajetória, afirmou que sua carreira foi marcada pela dedicação, aprendizado contínuo e colaboração de inúmeros colegas ao longo do caminho. Ressaltou, ainda, a dimensão institucional de sua função: “O Ministério Público não é apenas uma carreira. É uma missão. Uma das mais elevadas expressões de responsabilidade pública, voltada à defesa da justiça, da legalidade e da equidade.”

Ao encerrar a cerimônia, o procurador-geral Clauro Bortoli destacou o significado da trajetória do homenageado para a história do Ministério Público Militar. Segundo ele, Ronaldo Petis representa uma verdadeira parte da história da instituição, ao alcançar 50 anos de atuação no MPM, período que corresponde praticamente à metade da própria existência do Ministério Público Militar.

Clauro Bortoli lembrou ainda que já havia tido a oportunidade de prestar homenagem ao procurador em Brasília, no dia 10 de fevereiro de 2026, durante a inauguração da placa comemorativa em reconhecimento à contribuição dos membros incorporados pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988 (ADCT/88).

Destacou, contudo, que a homenagem realizada pela PJM Rio de Janeiro/RJ possui significado especial, por se tratar da unidade em que o homenageado atuou durante a maior parte de sua carreira.

A cerimônia representou, assim, um momento de reconhecimento institucional a uma carreira marcada por dedicação, independência funcional, espírito público e profundo respeito às pessoas, valores que permanecem como legado do procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes para o Ministério Público Militar.




CNOOC canaliza 50 mil dólares para apoio às vítimas das cheias em Moçambique

A petrolífera estatal chinesa CNOOC entregou ao Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) uma doação de 50 mil dólares norte-americanos destinada a reforçar a resposta humanitária às cheias que afectaram o país, com maior incidência na província de Sofala.



O apoio surge num momento em que o Governo intensifica esforços de assistência às populações atingidas pelas inundações que, nas últimas semanas, provocaram deslocados, destruição de infra-estruturas e perdas de meios de subsistência nas regiões sul e centro.

Na ocasião, o representante da empresa em Moçambique afirmou que a decisão reflecte o compromisso institucional com a responsabilidade social, sublinhando que “decidiu assumir firmemente a sua responsabilidade social permanecendo ao lado do governo e do povo moçambicano neste momento difícil”. A posição da companhia surge ainda antes do arranque efectivo das suas operações no território nacional.

A CNOOC, apontada como o maior operador offshore da República Popular da China, possui cinco contratos de concessão para pesquisa e produção de hidrocarbonetos em Moçambique, em vigor desde Janeiro de 2026, num contexto em que o sector energético continua a ser visto como estratégico para o crescimento económico.

Por seu turno, a embaixadora chinesa em Maputo destacou o carácter duradouro das relações bilaterais, afirmando que “a amizade entre os nossos dois povos tem uma longa história e continua forte”, ao mesmo tempo que reiterou o posicionamento de Pequim face aos desafios climáticos, referindo que “a China apoia firmemente Moçambique no enfrentamento dos desafios das alterações climáticas e no avanço da reconstrução pós-catástrofe”.

No plano governamental, o Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREM), através do seu Secretário Permanente, António Manda, considerou o gesto um sinal de confiança no País, sublinhando que a empresa irá operar em cinco áreas concessionadas, nomeadamente “duas áreas na região do Save e três áreas na região de Angoche”, com expectativas de identificação de recursos que possam dinamizar a economia nacional.

Entretanto, o INGD garantiu que os fundos serão aplicados com critérios de transparência e direccionados às comunidades mais vulneráveis. “Estes apoios que estão sendo feitos pela República da China irão se beneficiar às pessoas que de facto sofrem neste momento. Iremos fazer chegar às pessoas que realmente necessitam”, assegurou a instituição.

Num contexto em que a época chuvosa ainda decorre, as autoridades reforçam o apelo à prudência. “Estamos dentro da época chuvosa, vamos continuar atentos aos avisos e às informações que serão dadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia”, alertou o INGD, insistindo na necessidade de observância rigorosa das orientações oficiais para mitigação de riscos.




Escritora Liza Andrews Homenageia Ivo Pitanguy em seu Suspense Facelift no Rio-Brasil

Escritora Liza Andrews Homenageia Ivo Pitanguy em seu Suspense Facelift no Rio-Brasil

 O lançamento de Facelift marca a chegada de uma obra de ficção que combina ritmo, sensibilidade, suspense e inteligência narrativa em uma trama que captura o leitor desde a primeira página. Assinado por Liza Andrews e Trace Sherer o livro se apresenta como daqueles raros títulos que não permitem leitura fragmentada: é começo, meio e fôlego contínuo até a última linha.

Seu lançamento carrega forte valor simbólico, pois o cenário escolhido dialoga com tradição e excelência: o histórico Forte de Copacabana, espaço icônico da cidade do Rio de Janeiro, associado a momentos marcantes da cultura, da arte, da ciência e da vida intelectual brasileira. O local também remete à presença e ao legado do cirurgião plástico Ivo Pitanguy, nome que projetou o Brasil internacionalmente na medicina estética tendo sido o escolhido por príncipes e princesas.

O bairro de “Copa”, como é chamado pelos brasileiros, conversa diretamente com a trajetória de Andrews. Foi no Rio que ela viveu e construiu bases profissionais antes de expandir sua carreira internacional para Nova Iorque, onde há mais de duas décadas mantém presença de destaque como escritora, apresentadora de TV e diretora do Festival Brasileiro de Cinema Celular que leva novos diretores a Cannes.

Em Facelift, essa maturidade criativa aparece em forma de narrativa envolvente, personagens bem desenhados e condução segura de tensão e emoção. A escrita é fluida, empolgante, elegante e acessível, sem perder densidade. Há domínio de ritmo, algo que distingue autores experientes: cada capítulo convida ao próximo sem recorrer a artifícios fáceis. O leitor permanece dentro da história, não como observador, mas como participante. Trace Sherer contribui com sua vasta experiência como advogado em causas envolvendo erros médicos, e a ideia original de ter um cirurgião plástico como anti-herói. Liza, especialista em thrillers psicológicos, adiciona camadas de tensão e arquitetura narrativa que sustentam o suspense e ampliam o alcance emocional da trama.

A parceria entre os dois autores funciona com equilíbrio: há unidade de tom e coerência de voz promovendo uma progressão consistente. Não se trata de um texto “a quatro mãos” perceptível, e sim de uma obra coesa. O resultado é um romance de ficção que combina entretenimento e qualidade literária, com leitura ágil e impacto duradouro. É o tipo de obra que cumpre o que promete: envolve, e permanece na memória do leitor após o fechamento do livro. O lançamento em um endereço de tradição, diante de uma paisagem que é símbolo do Rio, reforça o que o livro representa: encontro entre trajetória e talento no momento certo. Uma celebração de autoria, parceria criativa e narrativa bem construída. Uma estreia que chega com força e vocação para permanecer.




As regras não escritas da influência

As regras não escritas da influência

Como a influência estratégica, e não apenas a atividade, cria oportunidades em um ambiente de trabalho cada vez mais exigente

Em 2026, o trabalho já não se resume à entrega de resultados. Ele gira cada vez mais em torno da influência. Em todos os mercados, as organizações estão apertando expectativas de desempenho, adotando novas tecnologias e tomando decisões com mais rapidez e menor tolerância à ambiguidade. À medida que a IA e a análise de dados transformam a forma como a produtividade é medida, uma tendência se torna clara: trabalhar duro, por si só, já não garante ascensão. O que garante é a influência, ou seja, a capacidade de moldar percepções, narrativas e resultados estratégicos.

Trata-se de um fenômeno global. Pesquisas em estratégia de talentos mostram que empresas ao redor do mundo estão priorizando pessoas capazes de atuar em pontos de interseção estratégica — aquelas que conectam o trabalho a resultados mais amplos, comunicam-se com clareza com diferentes públicos e demonstram prontidão para assumir maiores responsabilidades. Nesse ambiente, a influência não está centrada no ego nem no cargo. Ela envolve como você é percebido, como suas ideias são recebidas e como você desenha sua próxima oportunidade antes mesmo de ela surgir.

A seguir, cinco regras não escritas, universalmente aplicáveis, para desenvolver influência em 2026, tanto para executivos quanto para profissionais em meio de carreira que buscam impacto estratégico e crescimento profissional.

A primeira regra é não esperar pela oportunidade, mas criá-la. A influência começa com visibilidade intencional. Hoje, em muitas organizações, as oportunidades são escassas, a concorrência é global e os caminhos tradicionais de promoção estão se achatando. Em vez de esperar que uma vaga seja anunciada, profissionais influentes criam as condições para que seu próximo papel se torne a escolha óbvia.

Criar oportunidades significa conectar o que você faz hoje com o que a organização precisará amanhã. Isso começa com perguntas essenciais: que problema precisa ser resolvido e ainda não foi? Quem se beneficia se isso for solucionado, e como? Que perspectiva única eu trago que outros não trazem? Líderes que desenham oportunidades propõem soluções antes de serem solicitados. Eles articulam as lacunas, delineiam um caminho crível e se posicionam naturalmente para liderar. Essa mudança, de reagir para projetar o que vem a seguir, é uma marca clara de influência em diferentes culturas e setores.

As regras não escritas da influência

A segunda regra estabelece que visibilidade é uma estratégia, não uma recompensa pelo trabalho árduo. Trabalhar duro é necessário, mas em 2026 isso já é esperado. O que distingue profissionais influentes não é apenas o que fazem, mas como sua contribuição é percebida. A visibilidade torna-se a ponte entre desempenho e influência.

Tendências globais mostram que modelos híbridos e remotos tornam a visibilidade mais complexa, mas também mais essencial. Líderes que conseguem articular seu trabalho em termos de impacto e visão estratégica têm muito mais chances de moldar prioridades organizacionais. Nesse sentido, visibilidade não é autopromoção inflada. Trata-se de tornar sua contribuição compreensível para os públicos que importam: decisores de recursos, patrocinadores que podem defendê-lo, pares que reconhecem sua capacidade e líderes que buscam parceiros estratégicos. Quem cresce é quem gerencia a própria visibilidade de forma intencional e persuasiva.

As regras não escritas da influência

A terceira regra é sinalizar certeza liderando com uma ideia original e, em seguida, comprová-la. A certeza, e não apenas a competência, move as pessoas. Organizações conseguem medir resultados com painéis e indicadores, mas a influência é humana, e seres humanos buscam a sensação de que alguém sabe para onde está conduzindo o grupo. Líderes emergentes que influenciam bem trazem pensamento original à mesa. Eles não apenas comentam o que já foi dito; acrescentam algo novo. Formam um ponto de vista claro e o sustentam com dados, pesquisa e uma lógica consistente.

Essa combinação — ideia mais evidência — é poderosa em qualquer contexto. Em ambientes analíticos, demonstra rigor. Em culturas orientadas a relacionamentos, sinaliza preparo e credibilidade. Em todas as regiões, mostra que você não apenas pensa com profundidade, mas está pronto para liderar. A fórmula é simples e eficaz: ideia original mais evidência clara resulta em prontidão percebida. Quando os outros enxergam não apenas o que você pensa, mas por que pensa assim, sua influência se expande.

A quarta regra é construir capital relacional que funcione mesmo quando você não está na sala. A influência vai além das reuniões; ela vive nas conversas que acontecem sobre você na sua ausência. Capital relacional não é definido pelo número de contatos, mas pelo valor que os outros atribuem ao seu julgamento, confiabilidade e contribuição. Cada vez mais, organizações avaliam líderes por seus relacionamentos estratégicos e influência transversal, não apenas por desempenho individual.

Construir esse capital envolve ouvir para compreender, ajudar os outros a terem sucesso sem esperar retorno imediato, ser consistente no cumprimento de compromissos e comunicar-se com empatia e clareza, mesmo sob pressão. Em muitas culturas, confiança e entendimento mútuo contam tanto quanto expertise. Profissionais que cultivam relações de confiança e reciprocidade têm mais chances de serem recomendados para maiores responsabilidades.

A quinta regra é falar a linguagem dos tomadores de decisão. Em 2026, estamos cada vez mais conscientes da quantidade vertiginosa de ferramentas e dashboards capazes de medir produção. Mas decisões continuam sendo tomadas por pessoas, e pessoas são influenciadas por clareza, relevância e ressonância. Profissionais influentes antecipam o que importa para os decisores e enquadram suas contribuições nesse idioma. Falam de resultados em vez de ações, de riscos e mitigação em vez de atividades, de alinhamento em vez de discordância e de valor estratégico em vez de detalhes técnicos.

Assim, em vez de dizer “concluí o projeto no prazo”, comunicadores influentes dizem “ao concluir o projeto antes do previsto, liberamos recursos para iniciativas prioritárias e reduzimos o tempo de ciclo esperado”. Essa mudança de linguagem transforma tarefas em impacto — e é o impacto que gera influência.

Em todos os setores, a capacidade de influenciar está cada vez mais associada à mobilidade de carreira, ao desempenho das equipes e à agilidade organizacional. Mesmo com a IA remodelando funções e automatizando tarefas rotineiras, pesquisas mostram que habilidades humanas — liderança, comunicação e julgamento — estão se tornando mais difíceis de replicar e mais valiosas nos mercados globais. A influência não é opcional. É essencial.

Três aprendizados práticos para aplicar hoje: avalie sua visibilidade e identifique quem conhece seu trabalho e quem deveria conhecê-lo; enquadre cada ideia a partir do problema que ela resolve e de por que isso importa agora; invista em capital relacional com a mesma intenção com que investe na execução de tarefas; e não se limite a estar no lugar certo na hora certa — faça com que as pessoas vejam rápida e claramente por que sua contribuição importa.

As regras não escritas da influência

Por Donna M. Wilson




Socorro no Brasil é destaque no Prêmio Top Destinos e gestores da Rede dos Sonhos prestigiam a conquista

Socorro no Brasil é destaque no Prêmio Top Destinos e gestores da Rede dos Sonhos prestigiam a conquista

A cidade de Socorro em São Paulo é destaque no Prêmio Top Destinos e gestores da Rede dos Sonhos prestigiam a conquista
 O município voltou a ganhar protagonismo no cenário do turismo nacional ao conquistar o Prêmio Top Destinos na categoria Turismo Rural, além de receber a medalha de prata como a segunda cidade com maior pontuação geral da noite. A premiação reconhece destinos que se destacam pela qualidade, inovação e fortalecimento do turismo no Brasil.
Representando o setor turístico local, a Rede dos Sonhos Hotéis Fazenda esteve presente no evento, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do destino Socorro e com a valorização do turismo rural, de experiência e de natureza.

A Rede dos Sonhos foi representada por Jaqueline Franco, diretora executiva da Rede dos Sonhos e presidente do COMTUR de Socorro, e por José Fernandes Franco, diretor geral da rede. A presença dos gestores simboliza a união entre iniciativa privada e governança turística, um dos pilares que fazem de Socorro uma referência nacional em turismo rural, acessível e sustentável.

Durante a cerimônia, além de prestigiar a premiação conquistada por Socorro, a Rede dos Sonhos deu um passo estratégico importante ao iniciar oficialmente sua participação no Visite São Paulo Convention Bureau e no programa Made in São Paulo. Neste primeiro momento, a adesão acontece diretamente pela Rede dos Sonhos, fortalecendo sua presença institucional e ampliando a visibilidade do turismo de experiência desenvolvido em Socorro no cenário estadual e nacional.

A iniciativa reforça o posicionamento da Rede dos Sonhos como agente ativo na promoção do destino, abrindo caminho para que, futuramente, essa integração se estenda ainda mais ao município como um todo. A participação no evento e nos programas evidencia o trabalho contínuo da Rede dos Sonhos e dos gestores locais em elevar o padrão do turismo, gerar oportunidades e consolidar Socorro como um dos principais destinos de turismo rural do Brasil.

A conquista do Prêmio Top Destinos e os avanços institucionais anunciados durante o evento confirmam que Socorro e a Rede dos Sonhos seguem no caminho certo: unindo gestão, planejamento, experiência e paixão pelo turismo.




Carnaval no Casa da Montanha em Gramado no Brasil, aposta em férias de verdade: agenda intensa para crianças, descanso garantido para adultos

Carnaval no Casa da Montanha em Gramado no Brasil, aposta em férias de verdade: agenda intensa para crianças, descanso garantido para adultos

Enquanto boa parte do Brasil se espalha entre bloquinhos lotados e praias cheias, o Casa da Montanha, em Gramado, propõe um Carnaval com outra lógica — e outro ritmo. A ideia é simples e eficiente: crianças ocupadas, estimuladas e felizes; adultos com tempo, silêncio e conforto para descansar de fato.

Carnaval no Casa da Montanha em Gramado no Brasil, aposta em férias de verdade: agenda intensa para crianças, descanso garantido para adultos

Durante todo o feriado, o hotel desenhou uma programação infantil contínua, pensada para estimular criatividade, convivência e imaginação. Há oficina de fantasias para as crianças soltarem a criatividade e criarem uma super fantasia se tornando uma linda fada ou um incrível super-herói, oficina de milk-shake colorida e refrescante, camarim encantado com pinturas e penteados, caça às máscaras com lanternas no escuro e, claro, um Bloquinho da Alegria, com dança e brincadeiras para gastar energia sem pressa.

Enquanto as crianças ocupam o tempo com atividades guiadas, os adultos ficam livres para fazer exatamente o que o Carnaval costuma impedir: desacelerar. O Casa da Montanha oferece spa com cashback de R$ 150 para tratamentos no SPA Casa da Montanha by Rapha, além de piscina, academia e um restaurante reconhecido pela excelência gastronômica, o Giostra Cucina, que propõem um giro pelos sabores da Itália com receitas assinadas pela chef Carla Pernambuco e executadas por Manoel Oliveira. O descanso não é um complemento da experiência — é parte central da proposta.

Carnaval no Casa da Montanha em Gramado no Brasil, aposta em férias de verdade: agenda intensa para crianças, descanso garantido para adultos

Localizado no coração de Gramado, o hotel combina estrutura completa, serviço atento e aquele luxo que não precisa se anunciar o tempo todo. Fundado em 1997, o Casa da Montanha mantém a proposta de ser, antes de tudo, uma casa: com conforto, memória afetiva e espaço para todos.

O pacote de Carnaval tem duração mínima de três noites. Pagamentos via Pix garantem 5% de desconto, enquanto o parcelamento pode ser feito em até 10 vezes sem juros no cartão. As diárias para o casal partem de R$ 1.969,50 no Apartamento Luxo.

SERVIÇO

CASA DA MONTANHA

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, 3166, Centro, Centro, Gramado

E-mail: reservas@casahoteis.com.br

Telefone: +55 (54) 32957555

https://www.casadamontanha.com.br

Informações Imprensa: Tati Feldens | +55(51) 9.98368652 




Produção de grãos da China atinge novo recorde em 2025

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A China registrou mais uma colheita abundante de grãos no ano passado, elevando a produção a um novo nível apesar de períodos de seca, inundações e chuvas prolongadas em algumas partes do país, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta-feira. A produção de grãos atingiu cerca de 714,9 milhões de toneladas em 2025, um aumento de 8,4 milhões de toneladas em relação ao ano anterior, segundo o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais. A produção permaneceu acima de 700 milhões de toneladas por dois anos consecutivos. Essa conquista foi atingida com esforço, disse o vice-ministro da Agricultura e Assuntos Rurais, Zhang Xingwang, em uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira. Zhang atribuiu a maior parte do aumento da produção às colheitas de outono, que representaram mais de 90% do crescimento anual da produção de grãos. O crescimento da produção foi registrado principalmente nas três províncias do nordeste da China, além da Mongólia Interior e Xinjiang. Ao todo, essas regiões responderam por quase 70% do aumento nacional. Por cultura, o milho teve um papel dominante, com a produção representando cerca de 75% do crescimento total. De acordo com a coletiva de imprensa, a produção de soja atingiu 20,91 milhões de toneladas no ano passado, permanecendo acima de 20 milhões de toneladas pelo quarto ano consecutivo. A produção combinada de carne suína, bovina, carneiro e aves subiu para 100,72 milhões de toneladas, um aumento de 4,2% ano a ano. A adoção mais rápida da tecnologia agrícola continuou aumentando a produtividade, disse Zhang, citando avanços em máquinas agrícolas e aplicações de agricultura inteligente, além do uso crescente de tecnologias de baixa altitude. Em 2025, a taxa de contribuição do progresso científico e tecnológico agrícola ultrapassou 64%, enquanto a taxa abrangente de mecanização do cultivo e colheita das culturas atingiu 76,7%. A frota chinesa de drones agrícolas ultrapassou 300.000 unidades, com cobertura operacional anual superior a 460 milhões de mu, ou 30,67 milhões de hectares. O desenvolvimento agrícola constante também tem apoiado o crescimento da renda rural e a revitalização rural. Dados oficiais mostram que, em 2025, a produção de valor agregado das principais processadoras agrícolas e de alimentos paralelos aumentou 5,6% em relação ao ano anterior, enquanto novas indústrias como turismo rural e comércio eletrônico continuaram a se expandir, impulsionando o emprego local. A renda disponível per capita dos moradores rurais registrou um aumento real de 6%. Além disso, as condições de vida nas áreas rurais também melhoraram, com a cobertura sanitária de banheiros subindo para cerca de 77%, além de aprimoramentos contínuos na infraestrutura e nos serviços públicos, incluindo educação, saúde e cuidados aos idosos. Notavelmente, a China continuou a consolidar os ganhos da redução da pobreza, com 832 distritos que saíram da pobreza cultivando duas a três indústrias líderes com fortes efeitos colaterais. O emprego entre pessoas que saíram da pobreza permaneceu estável, com mais de 30 milhões de trabalhadores empregados por cinco anos consecutivos. Olhando para o futuro, Zhang disse que o ministério acelerará a modernização agrícola e rural e avançará na revitalização rural, com esforços focados na estabilização do fornecimento de grãos e produtos agrícolas essenciais, no fortalecimento da inovação em ciência e tecnologia agrícola e aplicação tecnológica, no aumento da renda dos agricultores, na melhoria dos ambientes de vida rural e na prevenção de recaídas em larga escala na pobreza. Reformas rurais também serão promovidas para liberar mais impulso ao desenvolvimento, como a expansão de programas-piloto para estender os prazos dos contratos de terras rurais por mais 30 anos. Fim




Shenzhen, no sul da China, lidera cidades chinesas em comércio exterior em 2025

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Shenzhen, uma importante cidade na Província de Guangdong, no sul da China, registrou um aumento anual de 1,4% no comércio exterior, para 4,55 trilhões de yuans (US$ 649,8 bilhões) em 2025, garantindo a primeira posição entre todas as cidades chinesas do continente chinês, informaram nesta quinta-feira a Alfândega de Shenzhen e o departamento de comércio da cidade. As exportações de Shenzhen atingiram 2,74 trilhões de yuans em 2025, enquanto as importações subiram 8% ano a ano, totalizando 1,81 trilhão de yuans no mesmo período. Shenzhen abrigava 62.300 empresas com operações reais de importação e exportação em 2025, representando um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Esse número inclui mais de 8.600 novas participantes no mercado, refletindo uma expansão constante na escala de suas entidades comerciais. As empresas privadas impulsionaram o crescimento do comércio de Shenzhen, contribuindo com quase 70% do valor total do comércio exterior da cidade. Em 2025, o valor combinado das importações e exportações de produtos de alta tecnologia em Shenzhen alcançou 2,6 trilhões de yuans, um aumento de 10,6% em relação a 2024, representando 57,1% do total da cidade. O comércio de Shenzhen com os países participantes da Iniciativa Cinturão e Rota totalizou 1,57 trilhão de yuans no ano passado, representando 34,5% do comércio exterior total de Shenzhen durante esse período.




Xiconomics: A visão da China para uma economia mundial aberta em tempos de turbulência

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Teve início, esta segunda-feira, em Davos, na Suíça, o Fórum Económico Mundial (FEM) de 2026, num contexto internacional marcado por fortes tensões económicas e políticas. Enquanto líderes globais debatem soluções na cidade alpina coberta de neve, a economia mundial enfrenta desafios cada vez mais profundos, com destaque para o recrudescimento do proteccionismo, do unilateralismo e do hegemonismo.



É neste cenário que ganha relevo a visão defendida pelo Presidente chinês, Xi Jinping, ao longo dos últimos anos, assente na abertura económica, na justiça e na cooperação internacional como pilares fundamentais para a estabilidade e o crescimento globais. Para Pequim, a governança económica mundial só pode ser sustentável se for inclusiva, previsível e baseada no multilateralismo.

O crescimento económico mundial está sob pressão. Segundo alertou Indermit Gill, economista-chefe do Grupo Banco Mundial, a economia global deverá crescer mais lentamente nos próximos anos do que na já conturbada década de 1990. Um dos principais factores apontados é o aumento de medidas proteccionistas, em particular a nova vaga de tarifas e restrições comerciais adoptadas pelos Estados Unidos.

Dados recentes indicam que a tarifa média de importação dos EUA subiu de 2,4% no início de 2025 para cerca de 18%, o nível mais elevado desde a década de 1930. Estas medidas têm impactos directos na economia global. A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) prevê que o crescimento dos EUA desacelere para 1,8% em 2025 e 1,5% em 2026, abaixo da média de 2,5% registada entre 2015 e 2019.

Na Europa, tarifas impostas sobre aço, alumínio e automóveis afectaram cadeias de abastecimento e enfraqueceram a competitividade, levando empresas a adiar investimentos. A União Europeia deverá crescer apenas 1,3% em 2025, segundo a UNCTAD.

Além do impacto económico, Washington tem recorrido às tarifas como instrumento de pressão geopolítica, incluindo ameaças de sanções comerciais contra países que não alinhem com determinados interesses estratégicos dos EUA. Para analistas, esta instrumentalização do comércio e das finanças desestabiliza os mercados e reduz a margem de manobra dos países em desenvolvimento.

Líderes mundiais têm manifestado reservas. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, considerou que impor novas sanções seria um erro, enquanto o primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, alertou para o uso do comércio global contra países mais fracos.

Perante um mundo fragmentado, Xi Jinping tem reiterado que nenhum país prospera isoladamente. “Os países não podem prosperar sem um ambiente internacional de cooperação aberta”, afirmou em várias ocasiões, sublinhando que a globalização económica é uma tendência histórica irreversível.

Desde o seu discurso no Fórum Económico Mundial de 2017, em que comparou a economia global a um “grande oceano do qual ninguém pode escapar”, até às intervenções mais recentes, Xi tem defendido a livre circulação de bens, capitais, tecnologia e pessoas como elementos essenciais do crescimento.

Em Julho de 2025, o líder chinês reafirmou que a China continuará a expandir uma abertura de alto padrão, partilhando os benefícios do seu vasto mercado e injectando maior previsibilidade na economia mundial. Para analistas africanos e asiáticos, esta abordagem responde directamente às aspirações do Sul Global, que procura não uma liberalização sem regras, mas sim acesso real a mercados, tecnologia e financiamento em condições justas.

A política de reforma e abertura da China tem-se materializado em iniciativas concretas. Um exemplo é o lançamento do Porto de Livre Comércio de Hainan, em Dezembro de 2025, com ampliação da cobertura tarifária zero e regras mais favoráveis ao mercado e aos negócios. Durante uma visita à província, Xi Jinping classificou o projecto como histórico, sublinhando o seu papel na promoção de uma economia mundial aberta.

Hainan deverá ainda reforçar a articulação com a Grande Área da Baía Guangdong–Hong Kong–Macau e aprofundar a integração na Iniciativa Cinturão e Rota, servindo como plataforma de cooperação internacional em sectores como turismo, serviços modernos, alta tecnologia e agricultura, com benefícios particulares para países da ASEAN.

Os impactos das crises globais recaem com maior peso sobre o Sul Global. Segundo o Banco Mundial, até ao final de 2025 quase todas as economias avançadas terão rendimentos per capita acima dos níveis de 2019, enquanto cerca de um quarto das economias em desenvolvimento continuará abaixo dos patamares pré-pandemia.

Face a este cenário, cresce a exigência por uma globalização mais equilibrada. Em Dezembro de 2024, Xi Jinping reafirmou o compromisso da China em trabalhar com organizações económicas internacionais para apoiar o desenvolvimento do Sul Global e promover uma globalização económica universalmente benéfica e inclusiva.

Essa convergência tem-se reflectido em projectos concretos. Em África, a China apoiou a construção e modernização de mais de 10 mil quilómetros de caminhos-de-ferro, quase 100 mil quilómetros de estradas e mais de 200 mil quilómetros de cabos de fibra óptica, reforçando a conectividade e a industrialização. A Ponte Magufuli, sobre o Lago Vitória, na Tanzânia, inaugurada em Junho de 2025, é apontada como símbolo dessa cooperação, ao melhorar a mobilidade regional e impulsionar o desenvolvimento económico.

Além das infra-estruturas, analistas destacam o papel crescente da China na transferência de tecnologia, na digitalização e no desenvolvimento de capacidades locais, contribuindo para uma maior autonomia económica dos países parceiros.

Para vários especialistas, a China assume hoje um papel de âncora de estabilidade e de motor da modernização industrial no Sul Global. Ao defender abertura, inclusão e cooperação, Pequim propõe uma alternativa ao unilateralismo dominante, numa altura em que o mundo procura, com urgência, um rumo mais equilibrado para a economia global.




Baile do Empresário em Copacabana: um marco no Rio de Janeiro

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O Fairmont Rio de Janeiro Copacabana foi palco de uma noite memorável com a realização do Baile do Empresário, promovido pelo Instituto Coalizão Rio, em parceria com o Protagonistas do Brasil. O evento reuniu empresários, autoridades públicas, executivos, lideranças sociais e representantes de instituições estratégicas em uma celebração marcada por reconhecimento, articulação institucional e visão de futuro.

Sob a liderança do presidente do Instituto Coalizão Rio, Luís Leão, o Baile reafirmou o lema que norteia a atuação do Instituto: celebrar para inspirar. Celebrar trajetórias, iniciativas e resultados concretos que fortalecem o Rio de Janeiro e inspirar novos movimentos capazes de projetar o Estado de forma sustentável, inovadora e competitiva. A condução estratégica de Luís Leão consolidou o Coalizão como um espaço de convergência entre os pilares empresarial, acadêmico e político, com credibilidade e alcance crescente.

A Diretora Internacional do Instituto, Michelle Fernandes, contribuiu para a dimensão global do evento, refletindo o trabalho contínuo de internacionalização do Coalizão Rio e de inserção do empresariado fluminense em circuitos estratégicos internacionais.

Em parceria, o Protagonistas do Brasil, liderado por Tadeu Lockerman, foi mencionado como um ecossistema empresarial dedicado à conexão de lideranças, ao networking qualificado e à valorização de iniciativas de impacto. O Baile contou com o patrocínio master da Mauá Finance, instituição que reafirmou seu compromisso com o fortalecimento do empreendedorismo e com iniciativas institucionais de relevância.

Na ocasião, foram homenageados o presidente da Mauá Finance, Renato Heringer, e a CEO do Grupo Mauá, Maria Clara Heringer, reconhecidos por suas trajetórias, visão estratégica e contribuição ao mercado financeiro e empresarial.

A cerimônia foi conduzida pela jornalista Claudia Cataldi, Diretora de Comunicação do Instituto Coalizão Rio e correspondente internacional, cuja atuação conferiu elegância, densidade institucional e fluidez ao evento, reforçando o papel estratégico da comunicação na projeção do Instituto.

Ao longo da noite, foram homenageados empresários e executivos de destaque, entre eles Carlos Favoretto, presidente do Grupo Favoretto e CEO da ECP Environmental Solutions e do Rio Olympic Golf Course; Celso Athayde, fundador da Central Única das Favelas e da Favela Holding; João Barreto, fundador da Orla Rio e responsável pela modernização e profissionalização da gestão da orla carioca; e João Marcello Barreto, presidente da Orla Rio e da Orla Brasil, à frente da expansão nacional do modelo de gestão de orlas.

Também foram agraciados Plinio Nastari, economista, professor da Fundação Getulio Vargas e presidente do IBIO, além de fundador do Grupo Datagro; Dora Zanin, empresária do agronegócio com atuação nacional e conselheira do COSAG/Fiesp; Irini Tsouroustsoglou, advogada e CEO da IR Consultoria; Netto Moreira, executivo de referência na hotelaria de alto padrão e gerente-geral do Hotel Fairmont Rio de Janeiro Copacabana; e Ronni Bragança, diretor comercial da Record Rio.

As homenagens contemplaram ainda lideranças representativas dos setores de logística, agronegócio, energia, turismo, comunicação, mercado financeiro, impacto social e inovação, reforçando a pluralidade e a força do ecossistema produtivo fluminense.

O Baile do Empresário também reconheceu lideranças políticas cuja atuação dialoga com desenvolvimento, educação, infraestrutura, relações internacionais e gestão pública. Foram agraciados o senador Ney Suassuna, o deputado federal Eduardo Pazuello, a deputada estadual Tia Ju, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Vinicius Farah, e o prefeito de Teresópolis, Leonardo Vasconcellos, reforçando o caráter institucional e plural do encontro.

A programação cultural foi um dos pontos altos da noite. O público foi recepcionado por uma apresentação marcante da cantora de ópera Ane Janin, que emocionou os presentes e elevou o tom artístico do evento. Na sequência, a Banda Fuzi Bossa, formada por integrantes do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, trouxe sofisticação, identidade nacional e excelência musical ao Baile.

O jantar assinado pelo Fairmont Rio de Janeiro Copacabana foi destacado pela qualidade, cuidado e experiência gastronômica oferecida aos convidados, reafirmando o hotel como referência em hospitalidade e como parceiro estratégico de eventos institucionais de alto nível.

O evento contou com a Record Rio como mídia oficial, assegurando ampla visibilidade, cobertura qualificada e projeção do Baile do Empresário junto ao público fluminense.

Mais do que um encontro social, o Baile do Empresário consolidou-se como um espaço de reconhecimento e inspiração. Sob a liderança do Instituto Coalizão Rio, o evento reafirmou a capacidade do Rio de Janeiro de reunir talentos, valorizar trajetórias e projetar-se como um território de protagonismo, inovação e excelência, capaz de inspirar o Brasil e dialogar com o mundo.