Coronel Francinaldo Bó: sua liderança projeta a segurança pública do Tocantins no Brasil para o mundo

Em um país historicamente marcado por desafios estruturais na segurança pública, o estado do Tocantins apresenta um caso que tem chamado atenção pela consistência institucional e pelos resultados operacionais. No centro desse movimento está o coronel Francinaldo Bó, atual secretário-chefe da Casa Militar do Governo do Tocantins, cuja atuação vem extrapolando os limites regionais, ganhando relevância em agendas mais amplas de segurança.

Com ingresso na Polícia Militar em 1998, Francinaldo Bó construiu uma trajetória baseada na combinação entre experiência operacional e qualificação acadêmica. Ao longo de décadas, participou de ações estratégicas de enfrentamento à criminalidade, com destaque para operações contra o chamado “novo cangaço”, uma das formas mais complexas de crime organizado no Brasil.

Coronel Francinaldo Bó: sua liderança projeta a segurança pública do Tocantins no Brasil para o mundo

Sua atuação na Operação Canguçu, considerada uma das maiores do Brasil, consolidou sua reputação em cenários de alta complexidade.

Diferentemente de perfis exclusivamente operacionais, sua trajetória é marcada por forte investimento em formação. Doutor em Ciências Policiais (Ph.D), mestre em Geografia e em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos pela Universidade Federal do Tocantins, além de graduado em Direito e Segurança Pública, reúne um conjunto de competências que dialoga tanto com a prática quanto com a formulação estratégica.

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Essa dimensão se amplia nacionalmente com sua recente formação na Escola Superior de Guerra, onde concluiu cursos voltados à política, estratégia e defesa, consolidando uma visão sistêmica da segurança pública. Esse raro perfil híbrido: operacional e estratégico, tem sido apontado como um diferencial em sua atuação.

À frente da Casa Militar do Tocantins, sua gestão tem sido associada a um modelo que combina modernização institucional e valorização do capital humano. Com investimentos em tecnologia, qualificação profissional e melhorias estruturais sua liderança tem sido reconhecida pela proximidade com a tropa e pela capacidade de diálogo com diferentes segmentos da corporação.

Coronel Francinaldo Bó: sua liderança projeta a segurança pública do Tocantins no Brasil para o mundo

Sua experiência extrapola o ambiente estritamente policial. Ao atuar na Assessoria Militar da Assembleia Legislativa, ampliou sua capacidade de articulação político-institucional, estabelecendo interlocução com diferentes níveis de governo, fator considerado relevante para a implementação de políticas públicas mais integradas.

Nos últimos movimentos, sua atuação tem incorporado também uma dimensão internacional. Em missão recente no Paraguai, em sua agenda na Embaixada do Brasil em Assunção, tratou de temas relacionados à cooperação e à integração em segurança. O diálogo com representantes de outros países, como Suíça e Israel, reforçou sua estratégia de ampliação de conexões e intercâmbio de experiências.

Coronel Francinaldo Bó: sua liderança projeta a segurança pública do Tocantins no Brasil para o mundo

Fora da esfera institucional, o Coronel mantém atuação em iniciativas sociais e religiosas, o que contribui para a construção de uma imagem pública associada a valores comunitários e estabilidade pessoal, elementos frequentemente observados em lideranças com capacidade de mobilização social.

Diante de um cenário nacional ainda marcado por desigualdades e desafios persistentes na área de segurança, a trajetória de Francinaldo Bó passa a ser observada como um exemplo de liderança que combina execução, estratégia e articulação. Sua atuação, embora ancorada no Tocantins, já não se limita ao contexto local, projetando-se como um nome relevante no debate mais amplo sobre segurança pública no Brasil e suas conexões com o cenário internacional.




MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

O Ministério Público Militar (MPM) realizou, no dia 25 de fevereiro de 2026, na Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro, uma cerimônia em homenagem ao procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes, por ocasião de sua aposentadoria, após uma das trajetórias mais extensas da história da Instituição.

MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

O evento reuniu, na Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro/RJ (PJM Rio de Janeiro/RJ), membros, servidores e autoridades da Justiça Militar da União para celebrar a carreira do procurador, marcada pela dedicação institucional, excelência profissional e respeito no trato com colegas e colaboradores. A cerimônia contou com a presença do procurador-geral de Justiça Militar, Clauro Roberto de Bortoli, e do diretor-geral do MPM, Antonio Carlos Alves Coutinho. Também estiveram presentes membros da Defensoria Pública da União (DPU), advogados que atuam perante a Justiça Militar da União, servidores dessa jurisdição, além de membros e servidores do Ministério Público Militar.

A cerimônia foi conduzia pela jornalista Claudia Cataldi, aluna do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE) da Escola Superior de Guerra, responsável pela apresentação dos trabalhos e pela condução da sequência de homenagens. O evento contou ainda com uma apresentação especial da banda FuzziBossa, dos Fuzileiros Navais, que prestou uma homenagem musical ao procurador aposentado. A cerimônia contou também com a presença especial da esposa do procurador, Maria Beatriz Petiz Fernandes, igualmente homenageada em reconhecimento ao apoio e à parceria ao longo de quase cinco décadas de dedicação.

MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

Trajetória institucional – Natural do Rio de Janeiro, Ronaldo Petis ingressou no Ministério Público Militar em 16 de março de 1976, iniciando sua carreira como Substituto de Procurador Militar de Terceira Categoria. Em 1980, o cargo passou a denominar-se Substituto de Procurador Militar de Segunda Categoria.

Com a reorganização institucional decorrente da Constituição Federal de 1988, passou a integrar o quadro permanente do MPM como Procurador Militar de Segunda Categoria. Posteriormente, com a edição da Lei Complementar nº 75, de 1993, o cargo passou a denominar-se Promotor de Justiça Militar. Em 17 de setembro de 1996, foi promovido ao cargo de Procurador de Justiça Militar, função que exerceu até sua aposentadoria.

Ao concluir sua trajetória institucional, Ronaldo Petis acumulava 49 anos e 11 meses de serviço efetivo no Ministério Público Militar, aproximando-se de cinco décadas de dedicação à Instituição.

Durante sua carreira, também desempenhou relevantes funções administrativas e estratégicas, entre elas: Gestor Administrativo da Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro; Membro de Subcomissão Regional do MPM; Integrante do Conselho Editorial do Ministério Público Militar; Integrante do Comitê Estratégico de Tecnologia; Integrante do Grupo de Apoio à Gestão Estratégica.

Reconhecimento – Durante a cerimônia, diversas autoridades e colegas destacaram não apenas a trajetória profissional do homenageado, mas também sua qualidade humana e institucional.

MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

A procuradora de Justiça Militar Hevelize Jourdan Covas Pereira, coordenadora administrativa da PJM Rio de Janeiro/RJ, destacou sua admiração pelo homenageado como pessoa e colega de instituição. Segundo ela, o procurador sempre se destacou pela cordialidade, capacidade de acolhimento e respeito no trato com todos, características que marcaram sua convivência institucional.

O procurador de Justiça Militar Ailton José da Silva, diretor jurídico da Associação Nacional do Ministério Público Militar (ANMPM), destacou o privilégio de ter compartilhado uma parte significativa de sua carreira com o homenageado, ressaltando sua dedicação, elegância e excelência no exercício de suas funções.

Em nome dos servidores, Áureo de Albuquerque Lima, da 4ª PJM Rio de Janeiro/RJ, destacou o relacionamento respeitoso e a confiança que o procurador sempre depositou nos servidores ao longo de décadas de trabalho conjunto. Em tom descontraído, observou que quase 50 anos de atuação poderiam figurar no “Guinness Book do Ministério Público”.

MPM do Brasil homenageia o procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes que se aposenta

Gratidão e missão institucional – Em sua fala, Ronaldo Petis Fernandes demonstrou emoção ao agradecer a presença de colegas, membros e autoridades, destacando especialmente o reconhecimento institucional recebido. Na ocasião, também fez questão de mencionar brevemente a importância do trabalho realizado pela Administrative Executive and Public Security Manager do Ministério Público Militar, Daiane de Figueiredo de Oliveira, ressaltando sua eficácia e compromisso no exercício de suas funções, contribuições que, segundo ele, fortalecem a solidez das atividades institucionais.

Ao refletir sobre sua trajetória, afirmou que sua carreira foi marcada pela dedicação, aprendizado contínuo e colaboração de inúmeros colegas ao longo do caminho. Ressaltou, ainda, a dimensão institucional de sua função: “O Ministério Público não é apenas uma carreira. É uma missão. Uma das mais elevadas expressões de responsabilidade pública, voltada à defesa da justiça, da legalidade e da equidade.”

Ao encerrar a cerimônia, o procurador-geral Clauro Bortoli destacou o significado da trajetória do homenageado para a história do Ministério Público Militar. Segundo ele, Ronaldo Petis representa uma verdadeira parte da história da instituição, ao alcançar 50 anos de atuação no MPM, período que corresponde praticamente à metade da própria existência do Ministério Público Militar.

Clauro Bortoli lembrou ainda que já havia tido a oportunidade de prestar homenagem ao procurador em Brasília, no dia 10 de fevereiro de 2026, durante a inauguração da placa comemorativa em reconhecimento à contribuição dos membros incorporados pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988 (ADCT/88).

Destacou, contudo, que a homenagem realizada pela PJM Rio de Janeiro/RJ possui significado especial, por se tratar da unidade em que o homenageado atuou durante a maior parte de sua carreira.

A cerimônia representou, assim, um momento de reconhecimento institucional a uma carreira marcada por dedicação, independência funcional, espírito público e profundo respeito às pessoas, valores que permanecem como legado do procurador de Justiça Militar Ronaldo Petis Fernandes para o Ministério Público Militar.




Daniel Chapo alerta que guerra no Médio Oriente pode desencadear crise de combustíveis em Moçambique

O Presidente da República, Daniel Chapo, alertou que Moçambique poderá enfrentar impactos no abastecimento de combustíveis caso a instabilidade no Médio Oriente se agrave. A declaração surge num contexto de crescente tensão internacional, que pode influenciar diretamente os mercados energéticos globais.
Segundo o Chefe de Estado, “se a guerra no Médio Oriente prevalecer, Moçambique poderá ser afectado pela crise dos combustíveis”, sublinhando a vulnerabilidade do país às flutuações externas, sobretudo devido à dependência de importações.
O posicionamento do Presidente surge após esclarecimentos prestados pela Associação Moçambicana de Empresas Petrolíferas, que garantiu não existir, neste momento, risco iminente de ruptura no fornecimento de combustíveis no país. Em comunicado, a entidade assegura que “não há situação de ruptura iminente de combustível”, destacando que o abastecimento está a ser gerido de forma contínua e coordenada entre todos os intervenientes do sector.
De acordo com o documento, ao qual o Visão Moçambique teve acesso, a AMEPETROL reforça a importância de uma actuação articulada entre operadores, reguladores e distribuidores, como forma de preservar a estabilidade do sistema de abastecimento.
A associação sublinha ainda que esta coordenação contínua é essencial para garantir a capacidade de resposta às exigências do mercado nacional, evitando constrangimentos no fornecimento e assegurando a normalidade das operações.
Apesar das garantias do sector, o alerta presidencial evidencia a necessidade de vigilância e preparação face a possíveis choques externos, que podem repercutir-se na economia nacional e no custo de vida da população.




ENH lança prémio de jornalismo no arranque dos 45 anos e reforça aposta na transparência do sector energético

A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) deu início às celebrações do seu 45.º aniversário com o lançamento do “Prémio de Jornalismo ENH 45 Anos”, uma iniciativa que surge num momento estratégico para o sector energético moçambicano, marcado por desafios de transparência, expectativas económicas e crescente escrutínio público.
O concurso, que abrange as categorias de rádio, televisão e imprensa incluindo plataformas digitais, pretende incentivar uma cobertura mediática mais aprofundada e especializada sobre a indústria de hidrocarbonetos, frequentemente considerada complexa e pouco acessível ao grande público.
De acordo com a Presidente do Conselho de Administração (PCA), Ludovina Bernardo, a iniciativa insere-se numa visão mais ampla de abertura institucional e diálogo com a sociedade.
“Este prémio marca o início de um ciclo de reflexão e projecção, no qual queremos envolver os jornalistas como parceiros na construção de uma narrativa informada e responsável sobre o sector”, afirmou.
A criação do prémio levanta também questões relevantes sobre o papel da comunicação social na fiscalização de uma indústria que representa uma das principais apostas económicas do país. Especialistas apontam que, apesar do potencial transformador dos recursos naturais, persistem preocupações relacionadas com a gestão, distribuição de receitas e impacto social dos projectos.
Neste contexto, a ENH procura posicionar-se como promotora de informação de qualidade, incentivando trabalhos que não apenas divulguem dados, mas que investiguem, expliquem e contextualizem os desenvolvimentos do sector.
“Mais do que celebrar, queremos estimular uma abordagem crítica, informada e construtiva sobre os hidrocarbonetos em Moçambique”, sublinhou Ludovina Bernardo.
O “Prémio de Jornalismo ENH 45 Anos” surge, assim, como um instrumento que poderá contribuir para elevar os padrões de cobertura mediática, ao mesmo tempo que testa, na prática, o compromisso declarado da empresa com a transparência.
As celebrações do aniversário da ENH deverão estender-se ao longo do ano, integrando iniciativas que visam não apenas assinalar a data, mas também reforçar o papel estratégico da instituição no futuro energético do país.




Município de Marracuene aposta em escritórios modulares para suprir carência de infraestruturas

Face à escassez de infraestruturas adequadas num município com apenas dois anos de existência, Marracuene está a recorrer a soluções rápidas e inovadoras para responder às crescentes exigências administrativas e sociais. A implementação de escritórios modulares surge como uma alternativa estratégica para garantir o funcionamento eficiente dos serviços públicos.
Segundo fontes municipais, a medida visa não só colmatar limitações imediatas de espaço, mas também assegurar maior flexibilidade na expansão dos serviços à medida que o município se desenvolve.
“O recurso a escritórios modulares permite-nos dar respostas mais céleres às necessidades da população, sem comprometer a qualidade dos serviços prestados”, indicou uma fonte ligada à administração local.
Com esta iniciativa, o município reafirma o seu compromisso com a melhoria contínua dos serviços públicos e com a promoção do bem-estar dos munícipes, num contexto de crescimento acelerado e desafios estruturais.
Além disso, a aposta enquadra-se numa estratégia mais ampla de gestão responsável dos recursos públicos. Marracuene tem vindo a priorizar investimentos em áreas consideradas essenciais, como educação, infraestruturas rodoviárias e outros serviços básicos, procurando responder de forma eficaz às principais necessidades da população.
Especialistas consideram que soluções modulares podem representar uma alternativa viável para municípios emergentes, sobretudo em contextos onde os recursos são limitados e as demandas são urgentes.




Marracuene e AURA reforçam cooperação para melhorar abastecimento de água

O Conselho Municipal de Marracuene e a Autoridade Reguladora de Água (AURA) assinaram, esta quinta-feira, um memorando de entendimento com vista ao reforço da coordenação institucional, melhoria da qualidade dos serviços de abastecimento de água e protecção dos interesses dos consumidores.
O acordo pretende igualmente prevenir, mitigar e gerir conflitos no sector, promovendo maior eficiência na prestação dos serviços e uma relação mais equilibrada entre provedores e utentes.
Na ocasião, o presidente do Conselho Municipal de Marracuene, Shafee Sidat, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento do município.
“Este memorando vai fortalecer a prestação de serviços de água em Marracuene, com enfoque na expansão da rede de abastecimento e na redução dos custos para os consumidores”, afirmou.
Segundo o edil, a parceria poderá ainda contribuir para a melhoria da qualidade da água e para o aumento da cobertura ao longo de toda a cadeia de serviços.
“Esperamos melhorias significativas desde o atendimento ao fornecimento até ao destino final do serviço”, acrescentou.
Por sua vez, a presidente do Conselho de Administração da AURA, Suzana Saranga Loforte, sublinhou o compromisso da instituição em trabalhar de forma próxima com o município.
“A nossa intenção é garantir maior capacitação técnica dos quadros locais, através de acções de formação que permitam elevar continuamente a qualidade dos serviços prestados aos munícipes”, explicou.
No âmbito da implementação do memorando, uma equipa da Águas da Região de Maputo deverá deslocar-se a Marracuene nos próximos dias para realizar actividades de monitoria e avaliação, com foco na optimização do abastecimento de água na região.




Moçambique e Quénia reforçam cooperação com acordo histórico para impulsionar turismo

O Ministro da Economia, Basílio Muhate, afirmou que o Governo moçambicano está a trabalhar na consolidação de uma parceria estratégica com o Quénia, com vista a dinamizar o turismo, reforçar a conservação sustentável e facilitar a circulação de cidadãos entre os dois países.
A declaração foi feita à margem da recente visita oficial do Chefe de Estado de Moçambique à República do Quénia, um momento que, segundo o governante, marca um novo capítulo nas relações bilaterais.
“Estamos a construir uma ponte sólida entre Moçambique e o Quénia através de um acordo histórico que vai impulsionar o turismo, promover a conservação sustentável e facilitar a circulação entre os nossos povos”, destacou Muhate.
Durante a deslocação, o ministro manteve um encontro em Nairobi com a Ministra do Turismo do Quénia, Rebecca Miano, o qual classificou como “inspirador” e determinante para o fortalecimento da cooperação institucional no sector turístico.
No domínio da formação, Muhate anunciou avanços significativos na cooperação académica entre o Instituto Nacional de Turismo de Moçambique e o Kenya Utalii College, sublinhando a importância do investimento em capital humano.
“Demos um passo importante na cooperação académica, porque investir em talento é investir no futuro de África”, afirmou.
O ministro concluiu sublinhando a necessidade de maior integração continental, defendendo que África deve apostar em parcerias estratégicas que promovam o desenvolvimento inclusivo.
“O continente chama por mais colaboração, mais conexão e mais oportunidades”, concluiu.




Governador Manuel Tule apresenta informe sobre impacto das cheias na V Sessão da Assembleia Provincial de Maputo

O Executivo Provincial de Maputo, representado pelo governador Manuel Tule, apresentou há instantes o seu informe durante a V Sessão da Assembleia Provincial, com destaque para os impactos das cheias e inundações que recentemente afectaram a região, bem como as medidas delineadas para responder à situação.
Na sua intervenção, o governante detalhou os danos provocados pelas intempéries, que resultaram em prejuízos significativos em infraestruturas, habitações e actividades económicas, afectando milhares de famílias em diferentes distritos da província.
“As cheias trouxeram enormes desafios à nossa província, exigindo uma resposta coordenada e imediata por parte do governo e dos nossos parceiros”, afirmou Manuel Tule, sublinhando que o Executivo já está a implementar um plano operativo de emergência com vista a mitigar os efeitos da crise.
O informe apresentado inclui ações prioritárias como assistência humanitária às populações afectadas, reabilitação de vias de acesso, reposição de serviços básicos e reforço dos sistemas de drenagem para prevenir futuras ocorrências.
Apesar da gravidade da situação, o governador destacou a actitude da população durante o período crítico. “Queremos enaltecer a resiliência e o espírito de solidariedade que caracterizaram os cidadãos da província de Maputo neste momento difícil”, frisou.
O Executivo Provincial reiterou ainda o compromisso de continuar a mobilizar recursos e parcerias para acelerar a recuperação das zonas afectadas e reforçar a capacidade de resposta a eventos climáticos extremos.




Município da Matola assina memorando estratégico com Nações Unidas para enfrentar desafios das inundações

O município da Matola, maior capital industrial de Moçambique, assinou recentemente um memorando estratégico com as Nações Unidas com o objetivo de desenvolver soluções de infraestrutura para enfrentar os desafios climáticos, em particular as inundações que afetam a cidade durante a época chuvosa.
Segundo Júlio Parruque, edil da Matola, a parceria visa construir sistemas de drenagem eficientes e mobilizar os recursos necessários para esta grande empreitada.
“A assinatura deste memorando tem como propósito construir soluções de drenagem para a época chuvosa, e vamos caminhar, desenhar e mobilizar os recursos necessários para esta grande empreitada”, afirmou Parruque.
O edil destacou que, além da assistência técnica das Nações Unidas, o município tem necessidades de equipamentos adequados para responder aos impactos das chuvas.
“Temos oportunidade de beneficiar da assistência neste sentido, mas também temos necessidade de equipamentos para responder aos desafios da época chuvosa em particular”, disse.
Parruque reforçou a importância estratégica do memorando, especialmente considerando que os escritórios das Nações Unidas estão localizados em Maputo, permitindo ao município solicitar meios e apoio logístico de forma mais eficiente.
“Vamos combinar as possibilidades, porque a Matola, sempre que chove, enfrenta problemas que exigem assistência humanitária devido à incapacidade de preparação e intervenção sistemática”, acrescentou.
O edil concluiu sublinhando o potencial de impacto desta colaboração, destacando o crescimento populacional da cidade e a necessidade de soluções sustentáveis.
“Temos uma oportunidade muito grande, então é uma assistência muito profunda com as Nações Unidas. A Matola tem uma pressão muito grande e a tendência demográfica é de crescimento”, finalizou Parruque.




OPERAÇÃO CONJUNTA DESMANTELA REDE DE VENDA DE DROGAS E “XIVOTXONGO” EM MALHAMPSENE

Uma operação conjunta envolvendo a Polícia Municipal da Matola, a Polícia da República de Moçambique (PRM) e o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) resultou na apreensão de mais de 600 caixas de bebidas espirituosas de fabrico caseiro, conhecidas localmente como “xivotxongo”, bem como quantidades não especificadas de droga do tipo cannabis, botijas de gás de cozinha e outros bens ilícitos.A ação decorreu no bairro de Malhampsene, uma zona há muito associada à proliferação de actividades ilegais, particularmente no entorno da lixeira local, apontada pelas autoridades como foco de criminalidade organizada.No âmbito da operação, 12 cidadãos foram detidos e encontram-se sob custódia da PRM, suspeitos de envolvimento direto na posse e comercialização dos produtos apreendidos. As autoridades consideram que a intervenção representa um golpe significativo contra redes locais de tráfico e comércio ilegal.Segundo o porta-voz da PRM na Província de Maputo, Cláudio Ngulele, as detenções devem ser encaradas como um aviso claro aos envolvidos em práticas ilícitas.“Esta ação constitui um alerta sério para todos os que insistem em enveredar pelo mundo do crime. As autoridades estão vigilantes e determinadas em responsabilizar todos os infratores”, afirmou.Por sua vez, o porta-voz da Polícia Municipal da Matola, Sérgio Bavo, destacou que a operação se insere numa estratégia mais ampla de combate ao crime urbano e restauração da ordem pública.“O nosso objetivo é desmantelar as chamadas ‘bocas de fumo’ e travar a venda ilegal de bebidas espirituosas. Queremos devolver a dignidade, a segurança e a tranquilidade aos munícipes da Matola, com especial enfoque na zona de Malhampsene”, explicou.As autoridades garantem que operações do género irão continuar a ser realizadas de forma regular, como parte de um esforço contínuo para combater o crime organizado e reforçar a segurança nas comunidades.