ANE anuncia reabertura do trânsito na estrada Quelimane/Maquiavel/Zalala na província da Zambézia

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Administração Nacional de Estradas (ANE) anunciou a reabertura do tráfego rodoviário para todo o tipo de veículos na estrada R642/1116, no troço Quelimane/Maquiavel/Zalala, na província da Zambézia, após a conclusão de trabalhos de emergência realizados na sequência de danos provocados pelas chuvas.
A referida via, que estabelece a ligação entre a cidade de Quelimane e a praia de Zalala, volta a estar operacional desde segunda-feira, 23 de Fevereiro, restabelecendo a circulação normal de pessoas e bens naquele importante corredor de mobilidade local.
A interrupção temporária do tráfego decorreu de intervenções técnicas nos acessos da ponte sobre o Rio Mugogoda, infraestrutura que sofreu danos em consequência da precipitação intensa registada nos últimos dias naquela região do país. Segundo a ANE, os trabalhos realizados enquadram-se no plano de resposta rápida a situações de emergência, visando garantir condições adequadas de segurança e transitabilidade.
As obras incluíram a reposição das condições estruturais dos acessos afetados, reforço da plataforma da estrada e estabilização das zonas críticas, permitindo restabelecer a circulação em segurança.
Na comunicação dirigida aos automobilistas e ao público em geral, a ANE agradece a compreensão e colaboração demonstradas durante o período de condicionamento e apela à adoção de medidas preventivas por parte dos utentes da via. A instituição recomenda a programação prévia das deslocações, bem como a observância rigorosa das restrições de carga, desaconselhando a circulação de veículos com peso total superior a 10 toneladas em estradas terraplenadas, de modo a preservar a integridade das infraestruturas rodoviárias, particularmente em períodos de elevada pluviosidade.
Com a reabertura deste troço, fica restabelecida a ligação rodoviária estratégica entre a cidade de Quelimane e a zona costeira de Zalala, reforçando a mobilidade regional e o acesso a áreas de relevante interesse económico e turístico na província da Zambézia.




FDEL trava por falta de dinheiro: Governo aprova 230 mil projectos mas só 10% terão financiamento

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O Governo aprovou 230 mil projectos no âmbito do Fundo de Desenvolvimento Local (FDEL), mas admite agora que apenas 10% poderão ser financiados com os recursos disponíveis. A justificação é directa: défice orçamental.
O número levanta uma questão inevitável — por que razão foram aprovados centenas de milhares de projectos sem garantia financeira para a sua execução?
O FDEL foi um dos pilares da campanha eleitoral de Daniel Chapo, apresentado como instrumento estruturante para dinamizar economias locais, impulsionar o autoemprego e reduzir a pobreza. A promessa criou expectativas em comunidades urbanas e rurais, onde milhares de proponentes avançaram com iniciativas produtivas na convicção de que o financiamento seria assegurado.
Meses depois, a realidade é outra.
Governo confirma atrasos e reconhece limitações
Falando após a quinta sessão do Conselho de Ministros, o porta-voz do Executivo, Inocêncio Impissa, confirmou que os desembolsos não estão a ocorrer ao ritmo esperado.
“Está a ser implementado, sim”, afirmou, admitindo que a execução não anda “na velocidade que gostaríamos”.
A explicação oficial aponta para o défice orçamental. Contudo, o Executivo não detalhou:
Qual o montante global necessário para financiar os 230 mil projectos;
Quanto está efectivamente disponível;
Nem quais critérios estão a ser usados para seleccionar os 10% que terão acesso aos fundos.
Sem esses dados, permanece a incerteza sobre transparência, prioridades e impacto social da medida.
Quem recebe e quem fica de fora?
O Governo indicou que já houve desembolsos em distritos das províncias de Inhambane, Nampula e Cabo Delgado.
Mas não esclareceu:
Quantos projectos foram efectivamente pagos;
Que valores foram transferidos;
Nem qual o calendário para os restantes beneficiários.
Com apenas 10% dos projectos a avançarem, estima-se que cerca de 207 mil iniciativas aprovadas possam ficar sem financiamento imediato — um número que pode transformar esperança em frustração e, potencialmente, em tensão social.
Especialistas em finanças públicas alertam que aprovar projectos sem cobertura orçamental clara pode comprometer a credibilidade do programa e fragilizar a confiança nas políticas públicas.




TA e MAEFP reforçam cooperação institucional em audiência oficial

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A Presidente do Tribunal Administrativo (TA), Ana Maria Gemo Bié, recebeu, em audiência, hoje, (23.02), no seu Gabinete de trabalho, em Maputo, o Ministro da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP), Inocêncio Florentino José Impissa.
A visita aconteceu no âmbito das boas relações e do apoio institucional entre o TA e o MAEFP.

Na ocasião, foram discutidas matérias relacionadas com a tramitação de processos relativos aos actos administrativos dos funcionários e agentes do Estado, acções de formação em contratação pública, gestão de recursos humanos, no contexto e no quadro das competências legais de cada órgão e recrutamento e selecção de pessoal.




Daniel Chapo mobiliza 10 mil milhões USD do Banco Mundial para impulsionar economia moçambicana

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O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, anunciou a mobilização de 10 mil milhões de dólares norte-americanos junto ao Banco Mundial, num passo considerado estratégico para acelerar o desenvolvimento económico e social do país.
De acordo com a informação tornada pública, do montante global assegurado, 6 mil milhões de dólares serão aplicados no investimento público, com prioridade para projectos estruturantes capazes de dinamizar infra-estruturas, reforçar a capacidade energética nacional e melhorar o ambiente de negócios.
Os restantes 4 mil milhões de dólares destinam-se ao sector privado, com enfoque específico nas áreas de energia, agronegócio e turismo — sectores identificados como motores fundamentais para a diversificação da economia, aumento da produção interna e geração de receitas.
Segundo uma nota a que o jornal Visão Moçambique teve acesso através da página oficial do Chefe de Estado no Facebook, o financiamento poderá traduzir-se na criação de mais empregos, fortalecimento do empresariado nacional e ampliação de oportunidades para os cidadãos.
A iniciativa surge num contexto em que o Governo procura consolidar parcerias internacionais estratégicas e reforçar a confiança dos investidores, apostando em sectores com elevado potencial de crescimento sustentável. Espera-se que a implementação dos projectos financiados tenha impacto directo na melhoria das condições de vida da população e no fortalecimento da economia nacional a médio e longo prazo.




ANE mantém transitabilidade condicionada no troço 3 de Fevereiro–Incoluana da EN1

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A Administração Nacional de Estradas (ANE) anunciou que a transitabilidade continua condicionada no troço compreendido entre 3 de Fevereiro e Incoluana, ao longo da Estrada Nacional Número 1 (EN1), no distrito de Manhiça, província de Maputo, devido à continuidade dos trabalhos de reparação de danos provocados pelas cheias registadas no início do ano.
De acordo com uma nota oficial a que o Jornal Visão Moçambique teve acesso, a circulação de viaturas naquele segmento da principal via rodoviária do país permanece sujeita a restrições, em consequência das intervenções em curso para reposição das condições de segurança e circulação plena.
As obras visam reparar os estragos causados pelas cheias e inundações que afectaram, no mês de Janeiro último, as províncias de Maputo e Gaza, comprometendo infra-estruturas rodoviárias e a normal transitabilidade em diversos pontos da EN1.
Segundo a ANE, a circulação automóvel está a ser efectuada de forma intercalada, em sentidos opostos, através do sistema “STOP AND GO”, no período compreendido entre as 05h00 e as 20h00. A medida tem como objectivo assegurar uma melhor gestão do fluxo de tráfego, reduzir riscos de acidentes e garantir a segurança dos utentes e das equipas técnicas envolvidas nas obras.
A instituição esclarece ainda que os trabalhos decorrem com vista ao restabelecimento definitivo da transitabilidade no troço afectado, apelando à compreensão dos automobilistas face aos constrangimentos temporários.
Entretanto, as autoridades recomendam aos condutores que pautem por uma condução prudente, privilegiem a circulação no período diurno, evitem o excesso de velocidade e respeitem rigorosamente a sinalização provisória implantada ao longo do troço intervencionado.
A ANE reitera o seu compromisso na reabilitação e manutenção da rede viária nacional, assegurando que continuará a monitorar a situação e a prestar informação actualizada aos utentes da via.




Elefante destrói viatura na Reserva Nacional de Maputo e reacende debate sobre segurança em áreas de conservação

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Um elefante destruiu completamente uma viatura da marca Mitsubishi Pajero, com chapa de inscrição AGM 994 CM, quando esta atravessava a Reserva Nacional de Maputo, no distrito de Matutuíne, província de Maputo. O incidente ocorreu quando o veículo seguia em direção à Ponta do Ouro, uma das zonas turísticas mais procuradas do sul do país.
De acordo com informações tornadas públicas pela Moçambique Bio, entidade responsável pela gestão da área de conservação, e citadas pelo Jornal Visão Moçambique, o animal terá investido contra a viatura, provocando a sua destruição total.
“A viatura encontrava-se em trânsito normal dentro da reserva, a caminho da Ponta do Ouro, quando foi surpreendida por um elefante, que acabou por destruir completamente o veículo”, refere a publicação divulgada pela Moçambique Bio.
Ocupantes socorridos por populares
Apesar da violência do impacto, os ocupantes sobreviveram ao ataque. Segundo relatos, foram prontamente auxiliados por automobilistas que circulavam na mesma via no momento do incidente.
“Os feridos foram imediatamente socorridos por terceiros que passavam pelo local e encaminhados para a unidade sanitária mais próxima”, indica a mesma fonte.
As vítimas foram transportadas para o hospital de Bela Vista, onde receberam assistência médica. Até ao momento, não foram divulgadas informações oficiais detalhadas sobre o estado clínico dos envolvidos.
Conflito homem-fauna bravia volta à tona
O caso volta a levantar preocupações em torno da convivência entre humanos e fauna bravia nas zonas de conservação, especialmente em corredores ecológicos e áreas de circulação partilhada. A Reserva Nacional de Maputo integra um importante ecossistema transfronteiriço, sendo habitat natural de elefantes e outras espécies de grande porte.
Especialistas em conservação alertam que encontros inesperados entre viaturas e animais selvagens podem ocorrer, sobretudo em períodos de maior movimentação turística ou quando os animais se encontram em deslocação.
“É fundamental que os automobilistas respeitem rigorosamente as normas de circulação dentro das áreas protegidas, mantendo distância segura da fauna e evitando qualquer comportamento que possa ser interpretado como ameaça”, defendem técnicos de conservação ouvidos no âmbito de reportagens anteriores sobre incidentes semelhantes.
Investigação e medidas preventivas
Contactadas para esclarecer as circunstâncias exatas do ocorrido, fontes ligadas à gestão da reserva indicaram que estão a ser avaliados os contornos do incidente, incluindo a velocidade da viatura, a distância mantida em relação ao animal e as condições do momento.
O episódio reforça a necessidade de campanhas contínuas de sensibilização para turistas e residentes que atravessam a reserva rumo à Ponta do Ouro, bem como de sinalização reforçada em zonas identificadas como corredores de fauna.
Enquanto decorrem apuramentos adicionais, o incidente permanece como mais um alerta para os riscos inerentes à circulação em áreas de vida selvagem, onde o respeito pelas normas ambientais e a prudência podem ser determinantes para evitar tragédias.




Enoque João elogia Gregório Leão e lança críticas à actual representação de Moçambique em Portugal

O presidente da Casa de Moçambique em Portugal, Enoque João, afirmou que o diplomata Gregório Leão foi “o melhor embaixador da história que Moçambique já teve”, destacando o impacto positivo de sua atuação junto à comunidade moçambicana na diáspora.
Segundo Enoque João, atualmente o ambiente em torno da embaixada é marcado por “tristeza, fofoca, mentiras e incongruências”, refletindo tensões internas e descontentamento de alguns setores da comunidade.
Em declaração, ele acrescentou:
“A empresa dos meus primos apoiava o Embaixador Gregório Leão, mas hoje não apoiamos nem a embaixada nem o partido a que ele se encontra associado.”
Para muitos moçambicanos residentes em Portugal, no entanto, não há dúvida de que Gregório Leão permanece como uma referência de competência diplomática e compromisso com a diáspora. Sua passagem pela embaixada é lembrada como um período de estreitamento das relações políticas, culturais e sociais entre Moçambique e Portugal.




Ossufo Momade denuncia “mão da FRELIMO” na campanha de assinaturas para sua destituição

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O presidente da RENAMO, Ossufo Momade, denunciou a existência de supostos membros da FRELIMO infiltrados entre antigos guerrilheiros da sua formação política, que estariam a apoiar um processo de recolha de assinaturas com vista à sua destituição do cargo de presidente do partido.
A declaração foi feita durante uma visita oficial à delegação política distrital de Manhiça, na província de Maputo, num momento em que cresce a tensão interna em torno da liderança da organização. Segundo Momade, a movimentação em curso não se limita a um simples exercício de contestação interna, podendo estar associada a interesses externos e a uma eventual tentativa de fragmentação partidária.
Recolha de assinaturas levanta suspeitas
A iniciativa de recolha de assinaturas decorre, de acordo com informações tornadas públicas, na cidade da Matola, considerada o principal centro industrial do país. O processo estaria a ser conduzido por antigos guerrilheiros ligados à estrutura histórica do partido, que alegadamente manifestam descontentamento com a atual liderança.
Contudo, Momade sustenta que há indícios de infiltração política no movimento, apontando para a possível participação de membros ligados ao partido no poder. O líder da RENAMO considera que tal cenário pode configurar uma estratégia organizada com objetivos que ultrapassam divergências internas legítimas.
“O processo de recolha de assinaturas pode estar relacionado com a preparação da criação de um novo partido político”, alertou o dirigente, acrescentando que situações semelhantes já ocorreram anteriormente dentro da organização, tendo resultado em episódios de instabilidade interna.
Contexto político e implicações internas
A RENAMO, principal força da oposição moçambicana durante várias décadas, tem enfrentado desafios internos nos últimos anos, incluindo divisões entre a liderança política e antigos combatentes. A alegada mobilização atual reacende debates sobre coesão, legitimidade interna e estabilidade organizacional.
Analistas políticos apontam que movimentos de contestação interna em partidos históricos podem refletir tanto disputas de liderança quanto disputas estratégicas sobre o posicionamento político nacional. A eventual confirmação de infiltração externa, caso comprovada, poderá agravar o clima de desconfiança e aprofundar divisões no seio partidário.
Apelo à unidade e vigilância interna
Durante o seu pronunciamento em Manhiça, Momade apelou aos membros e simpatizantes da RENAMO para que não adiram à recolha de assinaturas e que denunciem quaisquer indivíduos envolvidos no processo que considerem agir de má-fé.
O presidente reforçou a necessidade de vigilância interna e de preservação da unidade partidária, sublinhando que a estabilidade organizacional constitui elemento essencial para a consolidação democrática e para o fortalecimento da oposição no país.




CHIQUINHO CONDE EM CANDIDATURA POLÉMICA AO CARGO DE PATRICE BEAUMELLE NA SELECÇÃO ANGOLANA

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O actual seleccionador de Moçambique, Chiquinho Conde, surge como um dos candidatos ao comando da Seleção Angolana de Futebol, após a saída do francês Patrice Beaumelle. A candidatura do técnico moçambicano, avançada por fontes da imprensa moçambicana e portuguesa, adiciona um novo capítulo à indefinição que marca o futebol angolano.
Segundo Carlos Alonso Kali, vice-presidente da Federação Angolana de Futebol para as selecções nacionais, o nome do novo seleccionador deverá ser anunciado já na próxima semana. Contudo, a demora na definição levanta questões sobre a gestão e a transparência do processo de escolha.
Fontes do Desporto Palanca indicam que a direcção da FAF poderá estar inclinada para o também moçambicano Daúto Faquirá, apesar de outros candidatos continuarem a ser avaliados. A indefinição aumenta o clima de expectativa e tensão entre adeptos e especialistas do futebol angolano.
A Selecção Nacional atravessa um período crítico de instabilidade técnica, o que torna urgente a escolha de um treinador capaz de garantir preparação consistente para os próximos compromissos oficiais. A decisão da FAF não é apenas uma questão de nomes: é um teste à capacidade da instituição de garantir transparência, critério técnico e estabilidade ao futebol angolano.
Fonte: Desporto Palanca.




Daniel Chapo avalia infra-estruturas sociais afectadas pelo ciclone Gezani em Inhambane

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O Presidente da República, Daniel Chapo, efectuou uma visita de trabalho à província de Inhambane com o objectivo de avaliar, no terreno, os danos provocados pelo ciclone Gezani, que afectou cerca de nove mil pessoas. Na ocasião, o Chefe do Estado sublinhou que a província enfrenta ciclicamente este tipo de fenómenos, defendendo que o processo de recuperação deve ser inclusivo, gradual e orientado para soluções sustentáveis.
Durante um encontro realizado no Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE), o estadista destacou a necessidade de acelerar a reposição das infra-estruturas sociais danificadas, com prioridade para escolas e outros edifícios públicos. Defendeu, igualmente, que a reconstrução deve incorporar padrões construtivos mais resilientes, capazes de mitigar o impacto de eventos climáticos extremos.
No sector da educação, o Presidente visitou a Escola Primária Josina Machel e a Escola Secundária de Conguiana, onde constatou danos nas coberturas de várias salas de aula. Apesar dos estragos registados, as estruturas principais dos edifícios mantiveram-se firmes, evidenciando avanços na adopção de soluções construtivas mais robustas.
Perante a proximidade do arranque do ano lectivo, o Chefe do Estado orientou para a reposição urgente das coberturas, sublinhando a importância de assegurar condições adequadas para o regresso dos alunos às aulas. Reforçou que as intervenções devem ser concluídas com celeridade, garantindo que as salas afectadas estejam prontas para acolher os estudantes.
A Administração Nacional de Obras Públicas (ANOP), responsável pela coordenação integrada da construção e reabilitação de infra-estruturas públicas, acompanha os levantamentos técnicos em curso e prepara a implementação das intervenções prioritárias nos sectores da educação e da saúde. As acções previstas deverão obedecer a critérios rigorosos de qualidade, segurança estrutural e resiliência climática.
Na conclusão da visita, o Presidente reiterou que a resposta aos impactos do ciclone deve assentar numa forte coordenação institucional, no envolvimento activo das comunidades e na mobilização de parceiros, salientando que, devido à sua exposição recorrente a fenómenos extremos, a província de Inhambane necessita de soluções estruturais duradouras e sustentáveis.