Cheias em Gaza superam evento extremo de 2000 e colocam sul de Moçambique em alerta máximo

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A Presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) afirmou que a região sul de Moçambique enfrenta uma situação de cheias de grande magnitude, com particular incidência na província de Gaza, cujos impactos já ultrapassam, em determinados pontos, o evento extremo ocorrido no ano 2000.
Falando aos órgãos de comunicação social na cidade de Xai-Xai, capital provincial de Gaza, Luísa Meque explicou que os níveis das águas do rio Limpopo atingiram cotas significativamente superiores às registadas durante as cheias de 2000, sobretudo nas zonas baixas da bacia hidrográfica. Segundo a dirigente, a situação resulta da combinação de chuvas intensas e contínuas, associadas ao aumento das descargas de água provenientes dos países localizados a montante do rio.
Informações preliminares avançadas pelo INGD indicam que milhares de famílias encontram-se afectadas pelas inundações, com prejuízos consideráveis em habitações, infra-estruturas rodoviárias, unidades sanitárias, escolas e áreas agrícolas. Em vários distritos, comunidades inteiras permanecem isoladas, dificultando o acesso à ajuda humanitária e à assistência médica. As autoridades locais, em coordenação com o Governo central, intensificaram as acções de evacuação e reassentamento das populações residentes em zonas de risco.
No terreno, equipas técnicas do INGD trabalham no monitoramento permanente dos níveis hidrométricos dos principais rios da região, ao mesmo tempo que prestam apoio às vítimas e reforçam as medidas de prevenção. Luísa Meque apelou à população para que siga rigorosamente as recomendações das autoridades, sublinhando que a salvaguarda da vida humana continua a ser a principal prioridade do Governo.
Analistas e especialistas em gestão de riscos e alterações climáticas consideram que a severidade e a frequência destes eventos extremos evidenciam fragilidades estruturais na prevenção de desastres naturais no país. Defendem, por isso, a necessidade de investimentos sustentáveis em sistemas de alerta precoce, ordenamento do território e infra-estruturas resilientes, bem como o fortalecimento da cooperação regional na gestão de bacias hidrográficas partilhadas, como a do Limpopo.
Entretanto, as previsões meteorológicas apontam para a continuidade das chuvas nos próximos dias, mantendo o nível de alerta elevado em toda a região sul. O INGD garante que continuará a fornecer informação actualizada e a coordenar esforços com parceiros nacionais e internacionais, visando reduzir os impactos humanitários, sociais e económicos das cheias que afectam a província de Gaza e outras zonas vulneráveis do sul de Moçambique.




Governo vai apresentar projecto de estrada alternativa à N1 após a época chuvosa

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O Governo anunciou que vai apresentar, depois do término da época chuvosa, um projecto de construção de uma estrada alternativa à Estrada Nacional Número Um (N1), com vista a assegurar a conectividade contínua do país de Norte a Sul, sobretudo em zonas ciclicamente afectadas por cheias e interrupções rodoviárias.
A informação foi avançada pelo ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, que explicou que, para o efeito, o Executivo criou uma equipa técnica que se encontra a trabalhar na avaliação e estruturação do projecto.
Segundo o governante, a iniciativa não é nova, tratando-se de um estudo antigo que foi retomado no âmbito do actual ciclo de governação, passando agora por uma fase de reflexão aprofundada sobre os aspectos técnicos, estruturais e de investimento.
“Queríamos partilhar com a sociedade que o Governo está neste momento a fazer a avaliação. Criámos uma equipa que está a trabalhar e vamos apresentar, no final da época chuvosa, um projecto de estrada alternativa à Estrada Nacional Número Um”, afirmou João Matlombe.
O ministro acrescentou que a estrada alternativa à N1 constitui uma das prioridades do Executivo no domínio das infra-estruturas rodoviárias, no quadro dos investimentos previstos até ao final do actual ciclo de governação.
A Estrada Nacional Número Um é a principal via rodoviária do país, ligando as regiões Norte, Centro e Sul, desempenhando um papel estratégico na circulação de pessoas e bens, mas enfrentando recorrentes desafios de transitabilidade durante a época chuvosa.




Brasileira Luciana Lindenberg se candidata às eleições na Suíça

Brasileira Luciana Lindenberg se candidata às eleições na Suíça

A decisão de Luciana Lindenberg Ravenel de se candidatar ao cargo de conselheira na comuna de La Tour-de-Peilz pela Lista 5 do UDC (Partido Popular Suíço) traduz um compromisso raro e admirável com o bem-estar da sua comunidade adotiva. Imigrante brasileira, Luciana não apenas se adaptou organicamente à vida na Suíça após sua vinda para La, como construiu uma família sólida, casando-se e criando seus três filhos com dedicação, integrando-se profundamente ao tecido social e cultural da cidade que escolheu para viver e para contribuir.

O UDC, partido com raízes históricas na defesa da autonomia local, da responsabilidade cívica e dos valores democráticos tradicionais, conheceu uma ascensão significativa no cenário político suíço nas últimas décadas, consolidando-se como uma força atuante tanto na política nacional quanto nas esferas cantonais e municipais. Sob a liderança e a representação de figuras como Gabriel Ranzato, a Lista 5 tem buscado traduzir as necessidades concretas das comunidades em propostas construtivas, com foco em ordem, bem-estar social, desenvolvimento sustentável e respeito às tradições que estruturam a vida cívica local. Nesse contexto, a iniciativa de Luciana merece destaque. Sua trajetória pessoal, marcada por adaptação, compromisso familiar e fé cristã, reflete um conjunto de valores que ela agora propõe levar para a esfera pública. Ao oferecer seu nome à comunidade, ela demonstra não apenas coragem, mas também um profundo senso de responsabilidade. Luciana reconhece que melhorias significativas exigem participação ativa, disposição para o diálogo e vontade de sair da zona de conforto em prol de um objetivo maior: contribuir com as transformações que sua comuna precisa para crescer de forma ordenada, humana e sustentável.

Cristã, de valores firmes, orientada para a responsabilidade cívica e pelo bem-estar do próximo, Luciana Lindenberg Ravenel representa a síntese entre experiência de vida, comprometimento comunitário e vocação para o serviço público. Sua decisão de concorrer é um exemplo de engajamento cívico e de amor pela terra que a acolheu, e seu envolvimento com o UDC e a Lista 5 reforça o papel de partidos comprometidos com a participação plural no desenho das políticas locais.

Ao mesmo tempo que valoriza tradições e princípios, Luciana olha adiante, com sensibilidade e pragmatismo, pronta para ouvir, aprender e representar todos os moradores da sua comuna. Essa postura, ao mesmo tempo humilde e determinada, é justamente o que fortalece a confiança nas instituições e encoraja a participação ativa na vida pública.




FRELIMO na província Maputo mobiliza mais de 10 toneladas de donativos para vítimas das cheias

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O Comité Provincial da FRELIMO na província de Maputo angariou mais de 10 toneladas de produtos alimentares e bens de primeira necessidade, no âmbito das acções de solidariedade destinadas a apoiar as vítimas das cheias e inundações que recentemente fustigaram várias regiões do território nacional.
Os donativos serão entregues aos centros de acolhimento localizados nos distritos da Matola, Marracuene, Boane, Matutuíne, Magude e Moamba, zonas severamente afectadas pelos efeitos das chuvas intensas que provocaram o transbordo de rios, destruição de infra-estruturas e deslocação de milhares de famílias.
A iniciativa solidária foi liderada pelo Primeiro-Secretário Provincial da FRELIMO em Maputo, Carlos Zavala, e resulta do envolvimento activo e da contribuição voluntária de membros do partido, empresários, agentes económicos e cidadãos da província de Maputo, que responderam positivamente ao apelo lançado para o apoio às populações afectadas.
Falando no acto de entrega simbólica dos donativos, Carlos Zavala destacou que a acção demonstra o compromisso contínuo da FRELIMO com o bem-estar das comunidades, sobretudo em momentos de adversidade, reafirmando que a solidariedade constitui um dos valores fundamentais do partido.
“O nosso objectivo é aliviar, ainda que de forma parcial, o sofrimento das famílias que perderam os seus bens e meios de subsistência em consequência das cheias. A FRELIMO estará sempre ao lado do povo moçambicano”, sublinhou.
Os produtos angariados incluem géneros alimentares diversos, roupa, material de higiene e outros bens de primeira necessidade, que serão canalizados ao Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), entidade responsável pela coordenação da assistência humanitária e pela distribuição dos donativos às comunidades afectadas, de forma transparente e organizada.
As cheias e inundações registadas na presente época chuvosa afectaram milhares de famílias em várias províncias do país, levando o Governo e diferentes organizações políticas, sociais e religiosas a intensificarem acções de apoio humanitário às populações vulneráveis.




ANE inicia obras de reposição da transitabilidade na estrada N220 em Gaza

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Administração Nacional de Estradas (ANE) anunciou o arranque, nesta sexta-feira, 30 de janeiro, das obras de reposição da transitabilidade na estrada nacional número 220 (N220), no troço Chissano–Chibuto, na província de Gaza, severamente afetado pelas recentes inundações que fustigaram várias regiões do país.
De acordo com a ANE, os trabalhos em curso consistem no tapamento de rombos, correção da erosão da faixa de rodagem e na estabilização dos pontos críticos da via, com vista a restabelecer a circulação normal de pessoas e bens, bem como garantir a segurança rodoviária naquele corredor estratégico.
A estrada N220 constitui uma importante ligação entre comunidades locais e centros urbanos da província de Gaza, desempenhando um papel fundamental no escoamento da produção agrícola e no acesso a serviços sociais básicos. Contudo, as chuvas intensas associadas à época chuvosa provocaram danos significativos na infraestrutura, comprometendo a transitabilidade em vários troços.
A ANE assegura que as intervenções decorrem no âmbito das ações de resposta imediata aos efeitos das intempéries e enquadram-se no plano de manutenção emergencial da rede viária nacional. As autoridades apelam aos automobilistas para que circulem com prudência nas zonas em obras, respeitando a sinalização temporária instalada ao longo da via.
Com a execução destas obras, espera-se a reposição gradual da circulação normal na estrada N220, contribuindo para a retoma das atividades socioeconómicas e para a melhoria das condições de mobilidade da população local.




EDITORIAL | Quando o Silêncio Também Informa: O Caso do PIMO no Espaço Político Moçambicano“Quando cão morde o homem, não é notícia.

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Mas quando o homem morde o cão, isso é notícia.”
Esta máxima do jornalismo clássico continua a ser uma lente pertinente para analisar a dinâmica da informação política em Moçambique. Num país onde a agenda mediática tende a concentrar-se nos actores tradicionais do poder, factos relevantes fora desse círculo acabam frequentemente relegados ao silêncio, criando percepções distorcidas na opinião pública.
A execução de programas governamentais por partidos no poder raramente constitui notícia de fundo. Trata-se, afinal, do cumprimento de um dever constitucional e político. Contudo, quando um partido sem assento parlamentar, sem representação no Conselho de Ministros e fora do espectro dominante apresenta projectos estruturados, viáveis e prontos para implementação imediata em benefício do povo moçambicano, a ausência de cobertura mediática deixa de ser casual e passa a ser preocupante.
É neste contexto que se insere o Partido Independente de Moçambique (PIMO).
Da negação pública à constatação factual
Ao longo do tempo, o PIMO tem sido frequentemente descrito, em determinados círculos, como um partido inexistente ou politicamente irrelevante. Tal narrativa, segundo declarações do seu presidente, Yacub, contribuiu para uma percepção pública assente mais na desinformação do que em factos verificáveis.
No exercício do seu papel fiscalizador e informativo, o Jornal Visão Moçambique realizou uma ronda de trabalho investigativo junto de partidos políticos activos no cenário nacional. O objectivo foi claro: verificar a existência real, a estrutura organizativa e o grau de preparação política dessas formações.
O resultado é inequívoco: o Partido Independente de Moçambique existe.
O PIMO dispõe de sede localizada na cidade de Maputo, capital do país, possui membros registados e activos, e apresenta uma estrutura mínima funcional que lhe permite desenvolver actividade política organizada. Mais ainda, apurámos que o partido se encontra actualmente em processo de preparação para participação no COTE, demonstrando intenção efectiva de integração nos mecanismos formais da vida política nacional.
A invisibilidade como prática política
A constatação levanta uma questão que ultrapassa o PIMO enquanto partido e interpela directamente o sistema político e mediático moçambicano: quem decide quais actores políticos merecem visibilidade?
Num Estado que se afirma democrático e plural, a exclusão sistemática de determinadas formações do debate público compromete o princípio da igualdade política e empobrece o espaço de discussão nacional. A invisibilidade mediática, quando não resulta da inexistência factual, pode transformar-se numa forma silenciosa de exclusão política.
Não se trata de promover partidos, mas de informar com rigor, permitindo que o cidadão forme a sua opinião com base em dados concretos e não em narrativas pré-fabricadas.
Responsabilidade da comunicação social
A comunicação social não pode limitar-se a amplificar discursos do poder instituído. O seu papel fundamental é investigar, questionar, confirmar e contextualizar. Ignorar actores políticos emergentes — sobretudo quando apresentam propostas estruturadas para responder aos desafios sociais, económicos e institucionais do país — representa uma falha nesse compromisso.
O caso do PIMO evidencia a necessidade de um jornalismo mais atento à diversidade política, menos dependente da lógica do poder e mais comprometido com o interesse público.
Conclusão
Se governar não é notícia por ser obrigação, então propor alternativas consistentes deveria ser, no mínimo, objecto de atenção e escrutínio. O silêncio prolongado em torno de determinadas forças políticas não contribui para a estabilidade democrática — contribui para a desinformação.
A democracia fortalece-se com pluralismo, transparência e debate aberto.
Tudo o resto é ruído. Ou silêncio conveniente.
Jornal Visão Moçambique
Editorial




Assembleia Municipal da Matola aprova criação de Gabinete de Recuperação Urbana e plano de resposta às cheias de 692 milhões de meticais

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A Assembleia Municipal da Cidade da Matola aprovou, por unanimidade das bancadas da FRELIMO, RENAMO e MDM, a criação do Gabinete de Recuperação e Transformação Urbana da Matola, bem como o Plano Operacional da Época Chuvosa 2025/2026, que integra o Plano de Resposta às Inundações 2025–2026, orçado em cerca de 692 milhões de meticais.
A decisão surge num contexto de crescente pressão climática sobre o município, após sucessivos episódios de chuvas intensas registados desde 9 de Janeiro, que provocaram inundações severas em mais de metade dos bairros da cidade. Dados oficiais indicam que 52% dos 42 bairros da Matola foram afectados, com impactos significativos em vias de acesso, sistemas de drenagem, equipamentos públicos e habitações.
Durante a sessão, o Presidente do Conselho Municipal, Júlio Parruque, afirmou que a criação do novo Gabinete constitui uma resposta institucional estruturante à crise urbana agravada pelas mudanças climáticas, sublinhando que os recentes eventos extremos “alteraram de forma irreversível a configuração da cidade da Matola”.
Apesar do consenso político, a dimensão dos danos levanta preocupações quanto à capacidade de resposta do município. Dos cerca de 62.580 munícipes afectados e assistidos, apenas 2.684 pessoas encontram-se actualmente acolhidas em 11 centros de acomodação temporária, o que suscita dúvidas sobre a abrangência, os critérios de selecção e a sustentabilidade das medidas de emergência.
O Plano de Resposta às Inundações 2025–2026 prevê investimentos nas áreas de assistência social, prevenção e mitigação dos efeitos das cheias. No entanto, durante a sessão de aprovação, não foram detalhados publicamente os mecanismos de fiscalização, os indicadores de desempenho nem os prazos concretos para a implementação do novo Gabinete. Também permanece pouco clara a articulação interinstitucional com sectores como obras públicas, ambiente, ordenamento territorial e protecção civil.
Embora as três bancadas tenham reconhecido o papel estratégico do Gabinete na coordenação do desenvolvimento urbano sustentável, analistas locais alertam que experiências anteriores de estruturas semelhantes enfrentaram limitações operacionais, muitas vezes associadas à escassez de recursos técnicos, à sobreposição de competências e à fraca monitoria dos investimentos públicos.
A efectividade do Gabinete de Recuperação e Transformação Urbana da Matola dependerá, em grande medida, da transparência na gestão dos 692 milhões de meticais, da divulgação regular de relatórios de execução e da capacidade de converter decisões políticas em intervenções concretas nos bairros mais afectados.
Num contexto de intensificação dos fenómenos climáticos extremos, a implementação do plano agora aprovado constitui um teste decisivo à governação urbana local, cuja evolução deverá ser acompanhada de perto pela Assembleia Municipal, pelos órgãos de controlo do Estado e pela sociedade civil.




Socorro no Brasil é destaque no Prêmio Top Destinos e gestores da Rede dos Sonhos prestigiam a conquista

Socorro no Brasil é destaque no Prêmio Top Destinos e gestores da Rede dos Sonhos prestigiam a conquista

A cidade de Socorro em São Paulo é destaque no Prêmio Top Destinos e gestores da Rede dos Sonhos prestigiam a conquista
 O município voltou a ganhar protagonismo no cenário do turismo nacional ao conquistar o Prêmio Top Destinos na categoria Turismo Rural, além de receber a medalha de prata como a segunda cidade com maior pontuação geral da noite. A premiação reconhece destinos que se destacam pela qualidade, inovação e fortalecimento do turismo no Brasil.
Representando o setor turístico local, a Rede dos Sonhos Hotéis Fazenda esteve presente no evento, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do destino Socorro e com a valorização do turismo rural, de experiência e de natureza.

A Rede dos Sonhos foi representada por Jaqueline Franco, diretora executiva da Rede dos Sonhos e presidente do COMTUR de Socorro, e por José Fernandes Franco, diretor geral da rede. A presença dos gestores simboliza a união entre iniciativa privada e governança turística, um dos pilares que fazem de Socorro uma referência nacional em turismo rural, acessível e sustentável.

Durante a cerimônia, além de prestigiar a premiação conquistada por Socorro, a Rede dos Sonhos deu um passo estratégico importante ao iniciar oficialmente sua participação no Visite São Paulo Convention Bureau e no programa Made in São Paulo. Neste primeiro momento, a adesão acontece diretamente pela Rede dos Sonhos, fortalecendo sua presença institucional e ampliando a visibilidade do turismo de experiência desenvolvido em Socorro no cenário estadual e nacional.

A iniciativa reforça o posicionamento da Rede dos Sonhos como agente ativo na promoção do destino, abrindo caminho para que, futuramente, essa integração se estenda ainda mais ao município como um todo. A participação no evento e nos programas evidencia o trabalho contínuo da Rede dos Sonhos e dos gestores locais em elevar o padrão do turismo, gerar oportunidades e consolidar Socorro como um dos principais destinos de turismo rural do Brasil.

A conquista do Prêmio Top Destinos e os avanços institucionais anunciados durante o evento confirmam que Socorro e a Rede dos Sonhos seguem no caminho certo: unindo gestão, planejamento, experiência e paixão pelo turismo.




Electromed doa material médico ao Ministério da Saúde para apoio às vítimas das cheias em Gaza

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A empresa Electromed, que opera no sector da Saúde em Moçambique, entregou hoje material médico-cirúrgico ao Ministério da Saúde (MISAU), com vista a apoiar as brigadas de saúde destacadas no atendimento às vítimas das cheias e inundações, com especial enfoque para a província de Gaza, uma das mais afectadas.



Falando no acto de entrega, o Director Comercial da Electromed, Milton Muiambo, afirmou que a iniciativa enquadra-se no compromisso da empresa em apoiar os esforços do Governo na mitigação dos impactos causados pelas cheias nas províncias afectadas.

“Estamos aqui em representação do Presidente do Conselho de Administração da Electromed, Omar Janfar, para nos juntarmos às acções do Governo com vista a mitigar o impacto das cheias e inundações, com destaque para a província de Gaza”, disse Muianbo.

Segundo o responsável, a Electromed, enquanto parceira do Ministério da Saúde, solidariza-se com a situação vivida pelas populações afectadas e pretende contribuir para o fortalecimento da resposta sanitária no terreno.

“Estamos sensibilizados com esta situação e, como parceiros do Ministério da Saúde, viemos dar a nossa contribuição para apoiar as brigadas de saúde destacadas para a assistência às vítimas das cheias e inundações, sobretudo na província de Gaza”, acrescentou.

Milton Muianbo explicou ainda que a entrega realizada é simbólica e corresponde a parte de um lote de cerca de 16 mil pares de luvas cirúrgicas de diferentes tamanhos, que serão encaminhadas ainda hoje para o Armazém Central do Ministério da Saúde.

Por sua vez, o Director Nacional de Assistência Médica, Nelson Mucopo, destacou a importância do apoio prestado pela Electromed, sublinhando que o sector da saúde enfrenta desafios acrescidos devido às cheias registadas na região sul do país.

“Recebemos uma manifestação de interesse da empresa Electromed, que se mostrou sensibilizada com a situação que o país atravessa este ano, particularmente nas províncias de Maputo Cidade, Maputo Província e Gaza. A empresa decidiu apoiar o Ministério da Saúde com alguns insumos médicos para mitigar as dificuldades actuais”, afirmou.

Nelson Mucopo referiu ainda que as equipas médicas encontram-se no terreno a prestar assistência às populações afectadas, tanto nas operações de resgate como no apoio médico contínuo nos centros de acomodação.

“As nossas equipas estão a dar todo o apoio possível, não só no resgate das pessoas afectadas, mas também na continuidade dos serviços médicos nos centros de acomodação onde estas populações foram acolhidas”, concluiu.




Primeiro Secretário Provincial da FRELIMO acompanha situação das famílias afetadas pelas inundações em Matutuíne

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O Primeiro Secretário Provincial do Partido FRELIMO na Província de Maputo, Carlos Zavala, realizou recentemente uma visita de monitoria ao distrito de Matutuíne, com o objetivo de acompanhar de perto a situação das famílias afetadas pelas inundações que assolam aquela região.
Durante a visita, o dirigente manteve contacto direto com as populações sinistradas, avaliando as condições humanitárias nas zonas atingidas, bem como o nível de resposta das entidades competentes face aos impactos provocados pela calamidade natural. A iniciativa visou, igualmente, manifestar solidariedade às famílias vítimas das cheias e acompanhar as ações em curso para mitigar os seus efeitos imediatos e de médio prazo.
Na ocasião, Carlos Zavala reiterou o compromisso do Partido FRELIMO em permanecer ao lado do povo, sobretudo nos momentos de maior dificuldade, sublinhando a importância da união, da solidariedade e da coordenação permanente entre as estruturas do Partido, do Governo e as comunidades locais. Segundo o dirigente, esta articulação é fundamental para assegurar uma assistência contínua, eficaz e sustentável às populações afetadas.
O Primeiro Secretário Provincial encorajou ainda as famílias a manterem a esperança e a confiança nas instituições do Estado, assegurando que esforços estão a ser envidados para garantir apoio humanitário, reassentamento, bem como a reposição gradual das condições básicas de vida nas zonas afetadas.
A visita insere-se no quadro das ações de acompanhamento e monitoria levadas a cabo pela FRELIMO e pelo Governo, visando reforçar a resposta às situações de emergência e assegurar o bem-estar das comunidades atingidas por fenómenos climáticos extremos.