Impactos Sociais e Ambientais das Inundações em Magoanine A Comprometem Desenvolvimento Local

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Além dos danos materiais, as inundações em Magoanine A causam efeitos directos no bem-estar e nas condições de vida da população. Durante o debate, uma munícipe afectada, destacou a falta de acesso à água potável e à energia eléctrica nas casas dos que já regressaram ao bairro.

“Quando saímos, os serviços se vão; quando voltamos, eles não voltam. É um ciclo de perda que dificulta o desenvolvimento da comunidade”, afirmou. Ela alerta para o impacto negativo dessa instabilidade, que impede a fixação de clientes para o comércio local e bloqueia o progresso económico.

A voz da comunidade expressou-se também na língua Changana, denunciando o sofrimento e pedindo reconhecimento pelo trabalho das autoridades, como a “bomba do Alberto”, que tem ajudado a mitigar a situação.




Magoanine A: 71 Quarteirões em Risco e Famílias Desalojadas Exigem Resposta do Governo

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Em dados apresentados durante o debate, ficou claro que Magoanine A enfrenta uma crise de grandes proporções. Segundo representantes locais, o bairro conta com 41.138 habitantes, distribuídos por 132 quarteirões, dos quais 71 encontram-se em zonas consideradas de risco elevado e sujeitas a inundações frequentes.

Dois centros de acolhimento temporário funcionam para atender famílias afectadas pelas cheias: o Centro Juvenil, que alberga 71 famílias — das quais 34 já receberam terrenos no bairro do Matuto — e o Centro Graça Machel, onde permanecem 94 famílias ainda aguardando solução definitiva.

Desde Setembro do ano passado, o Município de Maputo intensificou os esforços para mitigar o impacto das inundações. Uma bomba foi enviada para o bairro e diariamente o Conselho Municipal garante o fornecimento de 50 litros de combustível para manter o bombeamento constante. “Não há feriado, nem fim-de-semana. Todos os dias se bombeia, mesmo durante as chuvas, o trabalho nunca para”, assegurou um representante comunitário.

O levantamento do terreno está em curso, com a recente utilização de drones por parceiros japoneses para mapear a área e fundamentar projectos de drenagem definitiva.




Inundações Urbanas em Magoanine A: Comunidade Apela a Intervenção de Grande Engenharia para Solucionar Problema Crónico

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Maputo, 11 de Novembro
– Durante um debate comunitário realizado em Magoanine A, distrito municipal de KaMubukwana, moradores denunciaram as graves consequências das inundações urbanas que assombram o bairro há anos. A iniciativa, promovida pela Rádio Voz Coop em parceria com a organização não governamental Engenharia Sem Fronteiras (ESF), contou com o apoio do Conselho Municipal de Maputo e reuniu líderes comunitários, técnicos e cidadãos preocupados com a situação.

Ricardo Marcos, representante local, descreveu o drama enfrentado diariamente pela comunidade: “Aqui em Magoanine temos duas áreas que enchem de água. Em algumas partes, a água já secou, mas em outras ainda persiste, enchendo até ao nível das janelas quando chove.” O morador alertou para o medo generalizado da população em regressar às suas casas devido à repetição anual do fenómeno, especialmente com a aproximação da época chuvosa.

A comunidade identificou uma solução técnica: a escavação de um canal que facilitaria o escoamento das águas. Contudo, o custo estimado para a realização deste trabalho, avaliado em cerca de sessenta mil meticais, está além das possibilidades locais. “Precisamos de uma retroescavadora para cavar, mas não temos dinheiro para isso”, afirmou Marcos, fazendo um apelo urgente às autoridades.

O morador reconheceu o esforço do Conselho Municipal em enviar bombas para o bombeamento das águas, mas insistiu na necessidade de uma intervenção técnica de maior escala para evitar perdas irreparáveis. “A água já não é do nosso nível. Precisamos de um socorro de grande engenharia para salvar as pessoas”, concluiu.




Mobilidade laboral e investimento reforçam laços entre Portugal e Moçambique

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Em Maputo, decorreu recentemente um encontro que reuniu representantes do Ministério do Trabalho, da Embaixada de Portugal e da Câmara de Comércio Portugal-Moçambique, com o objetivo de discutir a mobilidade laboral e o investimento entre os dois países.

A iniciativa surge num contexto em que Portugal se afirma como o quinto maior investidor na economia moçambicana, com destaque para os sectores, financeiro, dos seguros, turismo, construção e obras públicas. O encontro procurou clarificar as novas regras e leis laborais em vigor, tanto em Moçambique como em Portugal, visando facilitar o movimento de trabalhadores e investidores.

João Figueiredo, presidente da Câmara de Comércio Portugal-Moçambique, sublinhou a relevância deste diálogo.

“Portugal representa, e tem representado ao longo dos anos, um investidor de suprema importância para a economia nacional moçambicana. Este encontro foi uma oportunidade para debatermos as regras laborais e os incentivos fiscais que podem atrair mais investimento estrangeiro.”

Durante a sessão, os participantes enfatizaram a necessidade de ajustar a legislação trabalhista, de modo a garantir segurança jurídica e protecção aos trabalhadores estrangeiros. O debate foi descrito como aberto e franco, num espírito de cooperação entre dois povos unidos por uma língua e história comuns.

“Portugal precisa muito de mão de obra não qualificada para alguns setores, enquanto Moçambique precisa de investimento e de mão de obra qualificada. É uma relação de benefício mútuo que precisa ser sustentada com regras claras e formação”, acrescentou João Figueiredo.

A reunião abordou igualmente as recentes medidas de incentivo ao turismo moçambicano, anunciadas pelo Presidente da República, que visam colocar o país na rota do turismo internacional. Moçambique dispõe de 2.700 quilómetros de costa, parques naturais como a Gorongosa e praias de renome mundial, mas ainda enfrenta desafios de infraestruturas e saúde pública nas zonas turísticas.

“Precisamos de nos colocar na rota do turismo internacional. Temos praias e fauna bravia fantásticas, mas é necessário criar condições básicas e apostar na formação. Portugal pode ajudar a investir neste setor”, destacou Figueiredo.

Outro ponto debatido foi a nova lei portuguesa sobre imigração, vista como um passo positivo para regular e acolher trabalhadores estrangeiros, incluindo moçambicanos.

“Portugal tem grande necessidade de mão de obra não qualificada, e nós, com uma população jovem e em busca de oportunidades, podemos responder a essa necessidade. A regulamentação da imigração é um sinal positivo de cooperação”, afirmou.

As autoridades dos dois países comprometeram-se a reforçar o diálogo e os acordos bilaterais, com vista à 6.ª Cimeira Portugal-Moçambique, prevista para Dezembro, onde se espera aprofundar os mecanismos de mobilidade laboral e as parcerias empresariais.

O encontro terminou com a reafirmação de que educação, saúde e formação profissional continuam a ser pilares essenciais para que a juventude moçambicana possa tirar maior proveito das oportunidades criadas pela cooperação com Portugal.




Portugal reforça aposta em Moçambique e defende maior mobilidade laboral entre os dois países

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O embaixador de Portugal em Moçambique, Jorge Monteiro, defendeu esta sexta-feira, em Maputo, a necessidade de uma legislação mais facilitadora e menos burocrática, capaz de promover o investimento e a mobilidade laboral entre os dois países.

Falando no Centro Cultural Portugal-Moçambique, o diplomata destacou que Portugal figura entre os dez maiores investidores em Moçambique, entre 400 e 500 empresas de capitais portugueses a operarem no país, responsáveis pela criação de milhares de postos de trabalho.

“O conhecimento profundo da legislação laboral e das regras de mobilidade de trabalhadores é um instrumento fundamental para alavancar o investimento e criar mais emprego”, sublinhou o embaixador.

Jorge Monteiro considerou essencial que as empresas conheçam as leis que regulam o trabalho e a mobilidade, transmitindo também as dificuldades práticas que enfrentam, para que estas possam ser revistas e adaptadas à realidade empresarial.

Sublinhou ainda que Portugal e Moçambique vivem realidades opostas no domínio laboral — com Portugal a enfrentar um declínio populacional e escassez de mão-de-obra qualificada, enquanto Moçambique regista um rápido crescimento populacional, mas com uma oferta de emprego limitada.

Segundo o diplomata, essa diferença cria uma relação de interesse estratégico recíproco, onde a circulação de trabalhadores representa também uma forma de transferência de conhecimento e de inovação para as duas economias.

“A mobilidade laboral acelera a capacitação de recursos humanos e a criação de valor”, afirmou o embaixador, acrescentando que as alterações legislativas em curso em Portugal visam garantir um enquadramento previsível e transparente, que proteja os direitos dos trabalhadores estrangeiros.

O embaixador destacou igualmente o crescimento do investimento moçambicano em Portugal, o que, segundo ele, reforça a interdependência económica e a confiança mútua. Adiantou ainda que a 6.ª Cimeira Bilateral Portugal-Moçambique, a realizar-se dentro de um mês, em território português, deverá centrar-se na melhoria do ambiente de negócios e no reforço dos mecanismos de cooperação.

O diplomata realçou também o contributo dos moçambicanos no sector do turismo em Portugal, que em 2024 recebeu mais de 30 milhões de visitantes, criando uma forte procura por mão-de-obra qualificada.

Falando sobre o contexto político recente, Jorge Monteiro lembrou que um quarto das 100 maiores empresas moçambicanas têm capitais portugueses, sublinhando que os empresários lusos mantiveram-se no país mesmo durante os momentos de instabilidade vividos entre o final de 2024 e o início de 2025 — o que, segundo ele, demonstra a solidez da presença portuguesa em Moçambique.

“Os portugueses não viraram as costas a Moçambique. Permaneceram cá, como sempre permaneceram, e estou convicto de que o investimento crescerá à medida que as garantias jurídicas forem reforçadas”, afirmou.

Quanto ao recente rapto de um cidadão luso-moçambicano, o embaixador confirmou que o caso está a ser acompanhado pelas autoridades competentes e apelou à serenidade.

“Estas situações não se resolvem através de megafone, mas com investigações sérias das autoridades judiciais. O mais importante é que o cidadão possa regressar em segurança ao convívio familiar”, declarou.




Obras de Requalificação Dão Nova Imagem à Cidade de Maputo

O Conselho Municipal de Maputo está a levar a
cabo um conjunto de obras de requalificação urbana em várias artérias da
capital, no âmbito do programa de revitalização urbana que visa melhorar a
mobilidade e dar uma nova imagem à cidade.

Os trabalhos decorrem em zonas como a Baixa da
Cidade, Malhangalene, Alto-Maé e Polana-Cimento, e incluem a pavimentação de
cerca de 20 quilómetros de estradas, a reparação de passeios e a melhoria do
sistema de drenagem.

A iniciativa é considerada louvável por muitos
munícipes, que reconhecem que as obras facilitam a circulação e tornam a
capital mais atractiva e funcional.

A nossa equipa de reportagem saiu às ruas para
recolher opiniões sobre o nível de satisfação dos cidadãos, que, na sua
maioria, elogiaram o trabalho em curso.

WILLIAM LEONEL, munícipe: “Esta acção ajuda no
descongestionamento das vias e na diminuição dos buracos.”

O munícipe Gildo Tembi também manifesta
satisfação e reconhece o mérito das intervenções em curso.

GILDO TEMBI, munícipe: “A cidade está com nova
imagem, e isso é resultado de um bom trabalho.”

Já Lúcia Bernardo, igualmente satisfeita, diz
que agora será mais fácil circular sem os tradicionais transtornos causados
pelos buracos.

LÚCIA BERNARDO, munícipe: “Vai ser mais fácil
andar pela cidade, já não teremos tantos problemas nas estradas.”

Por seu turno, Dércia Vânia sublinha que a
nova imagem da capital é mais digna e elogia a retirada de vendedores informais
dos passeios.

DÉRCIA VÂNIA, munícipe: “A cidade está com uma
imagem digna de uma capital. Gostei de ver os passeios mais limpos e
organizados.”

Contudo, nem todos estão totalmente
satisfeitos. O automobilista Rogério Túlio defende que, além das
requalificações, é necessário apostar na ampliação das vias, tendo em conta o
aumento do número de viaturas em circulação.

Para ROGÉRIO TÚLIO, automobilista: “As obras
são boas, mas é preciso alargar as estradas. Os carros estão a aumentar e o
trânsito continua pesado.”

As obras de requalificação continuam em
diferentes pontos da cidade, e o município promete dar seguimento ao processo
de modernização urbana, com foco na melhoria da mobilidade, limpeza e estética
da capital moçambicana. 




Mitra Energy esclarece: 561 milhões recebidos do Estado são créditos reconhecidos

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A Mitra Energy S.A., empresa moçambicana dedicada à importação e distribuição de combustíveis, garantiu que o montante de 561 milhões de meticais recebido do Estado em 2024 não representa qualquer irregularidade financeira, mas sim a liquidação de créditos legítimos.

Num comunicado tornado público, a empresa dirigida por Hipólito Michael Amad Ussene, filho da Presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro, desmente “veementemente” as informações divulgadas pelo Canal de Moçambique, que insinuavam o uso de esquemas irregulares para obtenção do valor.

Segundo a nota, a Mitra Energy foi uma das empresas que participaram no Mecanismo de Compensação adotado pelo Governo entre 2021 e 2023, como resposta às variações internacionais do preço do petróleo.

Os pagamentos, explica o comunicado, foram reconhecidos oficialmente pelo Governo através de uma adenda ao Memorando de Entendimento com o MIREME e a Direção Nacional de Hidrocarbonetos, incluindo juros de mora sobre dívidas acumuladas em anos anteriores.

A Mitra Energy reforça ainda que “nenhum membro da família Nyusi tem, ou alguma vez teve, qualquer ligação à empresa”, respondendo às acusações mediáticas que associavam Cláudia Nyusi ao negócio.




Moradores do Bairro Samora Machel, em Matalana, apontam problemas de água, energia e segurança

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No Bairro Samora Machel, na localidade de Matalana, distrito de Marracuene, os residentes participaram ontem de um encontro comunitário para relatar as principais dificuldades do dia-a-dia.

Entre as preocupações apresentadas estão a falta de energia eléctrica em alguns quarteirões, o risco de atropelamento de crianças na travessia para a escola, a degradação das vias de acesso, os casos de violência sexual contra mulheres e o não cumprimento de responsabilidades sociais por parte de algumas empresas.

Em resposta, a Administradora do distrito, Teresa Mauaie, explicou que a questão da energia eléctrica está a ser acompanhada, enquanto o distrito disponibiliza mecanismos de mediação para conflitos de terra, através do gabinete de resolução fundiária junto ao Tribunal Distrital.

Sobre a segurança, Teresa Mauaie destacou a importância da denúncia de casos de violência e violação sexual, incluindo os ocorridos no seio familiar, e reforçou a necessidade de maior policiamento comunitário para prevenir crimes.

A Administradora incentivou ainda os moradores a apresentarem projectos ao Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL), como forma de gerar rendimento e melhorar as condições de vida da comunidade.

O encontro permitiu que os moradores apresentassem suas preocupações de forma direta, enquanto foram esclarecidas ações concretas em curso para responder aos problemas relatados.




Gadzene vai ter novo sistema de abastecimento de água potável

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O Município de Marracuene prepara-se para construir um novo sistema de abastecimento de água potável na localidade de Gadzene, em resposta aos problemas de qualidade da água actualmente consumida pela população.

Informações apuradas pelo Jornal Visão indicam que a água do sistema existente tornou-se salobra e imprópria para o consumo humano, facto que tem afectado o dia-a-dia de várias famílias da região.

De acordo com dados fornecidos pelas autoridades locais, o novo sistema será implementado sem custos adicionais para o Município. O equipamento actualmente em funcionamento será reaproveitado como reservatório, permitindo reforçar a capacidade de armazenamento e distribuição de água.

A iniciativa tem como objectivo melhorar o acesso à água segura e de qualidade, contribuindo para melhores condições de saúde pública e higiene nas comunidades de Gadzene.

Com a entrada em funcionamento do novo sistema, espera-se uma redução das dificuldades de abastecimento e uma melhoria significativa no bem-estar das populações locais.




Aumentam casos de consumo de drogas entre alunos e jovens na Província de Maputo

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Boane, 15 de Outubro de 2025 – O número de adolescentes e jovens que consomem drogas e bebidas alcoólicas tem vindo a crescer de forma preocupante na Província de Maputo. Dados apresentados esta Quarta-feira, durante a I Conferência Provincial de Educação sobre o Consumo de Drogas e Bebidas Alcoólicas por Alunos, apontam para 268 casos atendidos nas unidades sanitárias até ao terceiro trimestre de 2025, contra 182 registados no mesmo período do ano passado.

Os números revelam um aumento de 19%, sendo que a maioria dos casos envolve jovens com idades entre 15 e 40 anos. No mesmo período, as autoridades apreenderam 244 quilos de suruma (cannabis sativa), 53 gramas de heroína e 13 quilos de metanfetamina, e detiveram 92 pessoas ligadas ao consumo e tráfico de drogas.

A conferência, realizada na Vila Municipal da Matola Rio, no distrito de Boane, juntou professores, psicopedagogos, gestores escolares, líderes comunitários, pais, encarregados de educação, jovens e representantes da sociedade civil, com o objectivo de reforçar a educação preventiva nas escolas e promover estilos de vida saudáveis entre os estudantes.

Durante o encontro, os participantes sublinharam que as escolas devem ser espaços de formação integral, onde se transmitem valores e se incentivam escolhas responsáveis. Foi também defendida uma acção conjunta entre educação, saúde, polícia, família e comunidade para travar o avanço do consumo de substâncias proibidas, que tem afectado cada vez mais os jovens, sobretudo nas zonas urbanas da Matola e nas sedes distritais.

A iniciativa foi promovida pela ST Projectos e Comunicação e pelo Externato Ideias Válidas, em coordenação com o sector da Educação, e teve como foco estimular o debate e a partilha de soluções práticas para reduzir os comportamentos de risco entre alunos.