Marracuene e AURA reforçam cooperação para melhorar abastecimento de água

O Conselho Municipal de Marracuene e a Autoridade Reguladora de Água (AURA) assinaram, esta quinta-feira, um memorando de entendimento com vista ao reforço da coordenação institucional, melhoria da qualidade dos serviços de abastecimento de água e protecção dos interesses dos consumidores.
O acordo pretende igualmente prevenir, mitigar e gerir conflitos no sector, promovendo maior eficiência na prestação dos serviços e uma relação mais equilibrada entre provedores e utentes.
Na ocasião, o presidente do Conselho Municipal de Marracuene, Shafee Sidat, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento do município.
“Este memorando vai fortalecer a prestação de serviços de água em Marracuene, com enfoque na expansão da rede de abastecimento e na redução dos custos para os consumidores”, afirmou.
Segundo o edil, a parceria poderá ainda contribuir para a melhoria da qualidade da água e para o aumento da cobertura ao longo de toda a cadeia de serviços.
“Esperamos melhorias significativas desde o atendimento ao fornecimento até ao destino final do serviço”, acrescentou.
Por sua vez, a presidente do Conselho de Administração da AURA, Suzana Saranga Loforte, sublinhou o compromisso da instituição em trabalhar de forma próxima com o município.
“A nossa intenção é garantir maior capacitação técnica dos quadros locais, através de acções de formação que permitam elevar continuamente a qualidade dos serviços prestados aos munícipes”, explicou.
No âmbito da implementação do memorando, uma equipa da Águas da Região de Maputo deverá deslocar-se a Marracuene nos próximos dias para realizar actividades de monitoria e avaliação, com foco na optimização do abastecimento de água na região.




Moçambique e Quénia reforçam cooperação com acordo histórico para impulsionar turismo

O Ministro da Economia, Basílio Muhate, afirmou que o Governo moçambicano está a trabalhar na consolidação de uma parceria estratégica com o Quénia, com vista a dinamizar o turismo, reforçar a conservação sustentável e facilitar a circulação de cidadãos entre os dois países.
A declaração foi feita à margem da recente visita oficial do Chefe de Estado de Moçambique à República do Quénia, um momento que, segundo o governante, marca um novo capítulo nas relações bilaterais.
“Estamos a construir uma ponte sólida entre Moçambique e o Quénia através de um acordo histórico que vai impulsionar o turismo, promover a conservação sustentável e facilitar a circulação entre os nossos povos”, destacou Muhate.
Durante a deslocação, o ministro manteve um encontro em Nairobi com a Ministra do Turismo do Quénia, Rebecca Miano, o qual classificou como “inspirador” e determinante para o fortalecimento da cooperação institucional no sector turístico.
No domínio da formação, Muhate anunciou avanços significativos na cooperação académica entre o Instituto Nacional de Turismo de Moçambique e o Kenya Utalii College, sublinhando a importância do investimento em capital humano.
“Demos um passo importante na cooperação académica, porque investir em talento é investir no futuro de África”, afirmou.
O ministro concluiu sublinhando a necessidade de maior integração continental, defendendo que África deve apostar em parcerias estratégicas que promovam o desenvolvimento inclusivo.
“O continente chama por mais colaboração, mais conexão e mais oportunidades”, concluiu.




Governador Manuel Tule apresenta informe sobre impacto das cheias na V Sessão da Assembleia Provincial de Maputo

O Executivo Provincial de Maputo, representado pelo governador Manuel Tule, apresentou há instantes o seu informe durante a V Sessão da Assembleia Provincial, com destaque para os impactos das cheias e inundações que recentemente afectaram a região, bem como as medidas delineadas para responder à situação.
Na sua intervenção, o governante detalhou os danos provocados pelas intempéries, que resultaram em prejuízos significativos em infraestruturas, habitações e actividades económicas, afectando milhares de famílias em diferentes distritos da província.
“As cheias trouxeram enormes desafios à nossa província, exigindo uma resposta coordenada e imediata por parte do governo e dos nossos parceiros”, afirmou Manuel Tule, sublinhando que o Executivo já está a implementar um plano operativo de emergência com vista a mitigar os efeitos da crise.
O informe apresentado inclui ações prioritárias como assistência humanitária às populações afectadas, reabilitação de vias de acesso, reposição de serviços básicos e reforço dos sistemas de drenagem para prevenir futuras ocorrências.
Apesar da gravidade da situação, o governador destacou a actitude da população durante o período crítico. “Queremos enaltecer a resiliência e o espírito de solidariedade que caracterizaram os cidadãos da província de Maputo neste momento difícil”, frisou.
O Executivo Provincial reiterou ainda o compromisso de continuar a mobilizar recursos e parcerias para acelerar a recuperação das zonas afectadas e reforçar a capacidade de resposta a eventos climáticos extremos.




Município da Matola assina memorando estratégico com Nações Unidas para enfrentar desafios das inundações

O município da Matola, maior capital industrial de Moçambique, assinou recentemente um memorando estratégico com as Nações Unidas com o objetivo de desenvolver soluções de infraestrutura para enfrentar os desafios climáticos, em particular as inundações que afetam a cidade durante a época chuvosa.
Segundo Júlio Parruque, edil da Matola, a parceria visa construir sistemas de drenagem eficientes e mobilizar os recursos necessários para esta grande empreitada.
“A assinatura deste memorando tem como propósito construir soluções de drenagem para a época chuvosa, e vamos caminhar, desenhar e mobilizar os recursos necessários para esta grande empreitada”, afirmou Parruque.
O edil destacou que, além da assistência técnica das Nações Unidas, o município tem necessidades de equipamentos adequados para responder aos impactos das chuvas.
“Temos oportunidade de beneficiar da assistência neste sentido, mas também temos necessidade de equipamentos para responder aos desafios da época chuvosa em particular”, disse.
Parruque reforçou a importância estratégica do memorando, especialmente considerando que os escritórios das Nações Unidas estão localizados em Maputo, permitindo ao município solicitar meios e apoio logístico de forma mais eficiente.
“Vamos combinar as possibilidades, porque a Matola, sempre que chove, enfrenta problemas que exigem assistência humanitária devido à incapacidade de preparação e intervenção sistemática”, acrescentou.
O edil concluiu sublinhando o potencial de impacto desta colaboração, destacando o crescimento populacional da cidade e a necessidade de soluções sustentáveis.
“Temos uma oportunidade muito grande, então é uma assistência muito profunda com as Nações Unidas. A Matola tem uma pressão muito grande e a tendência demográfica é de crescimento”, finalizou Parruque.




OPERAÇÃO CONJUNTA DESMANTELA REDE DE VENDA DE DROGAS E “XIVOTXONGO” EM MALHAMPSENE

Uma operação conjunta envolvendo a Polícia Municipal da Matola, a Polícia da República de Moçambique (PRM) e o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) resultou na apreensão de mais de 600 caixas de bebidas espirituosas de fabrico caseiro, conhecidas localmente como “xivotxongo”, bem como quantidades não especificadas de droga do tipo cannabis, botijas de gás de cozinha e outros bens ilícitos.A ação decorreu no bairro de Malhampsene, uma zona há muito associada à proliferação de actividades ilegais, particularmente no entorno da lixeira local, apontada pelas autoridades como foco de criminalidade organizada.No âmbito da operação, 12 cidadãos foram detidos e encontram-se sob custódia da PRM, suspeitos de envolvimento direto na posse e comercialização dos produtos apreendidos. As autoridades consideram que a intervenção representa um golpe significativo contra redes locais de tráfico e comércio ilegal.Segundo o porta-voz da PRM na Província de Maputo, Cláudio Ngulele, as detenções devem ser encaradas como um aviso claro aos envolvidos em práticas ilícitas.“Esta ação constitui um alerta sério para todos os que insistem em enveredar pelo mundo do crime. As autoridades estão vigilantes e determinadas em responsabilizar todos os infratores”, afirmou.Por sua vez, o porta-voz da Polícia Municipal da Matola, Sérgio Bavo, destacou que a operação se insere numa estratégia mais ampla de combate ao crime urbano e restauração da ordem pública.“O nosso objetivo é desmantelar as chamadas ‘bocas de fumo’ e travar a venda ilegal de bebidas espirituosas. Queremos devolver a dignidade, a segurança e a tranquilidade aos munícipes da Matola, com especial enfoque na zona de Malhampsene”, explicou.As autoridades garantem que operações do género irão continuar a ser realizadas de forma regular, como parte de um esforço contínuo para combater o crime organizado e reforçar a segurança nas comunidades.




“Cheias devastadoras e manifestações violentas paralisam economia na província de Maputo no primeiro ano de governação: ‘Não fazíamos a mínima ideia’, admite Francisco Mucanheia e promete novos mecanismos de resposta”

A província de Maputo enfrentou, ao longo do primeiro ano do atual ciclo de governação, uma combinação de crises sem precedentes, marcada por cheias de grande magnitude e manifestações violentas que, segundo diversas fontes institucionais, acabaram por paralisar completamente a economia local.
O cenário, descrito como inesperado pelas autoridades, expôs fragilidades na capacidade de previsão e resposta governativa, levantando questionamentos sobre os mecanismos de gestão de risco e preparação institucional diante de eventos extremos.
Durante a sessão de abertura do balanço do primeiro ano de implementação do plano quinquenal dos órgãos de governação descentralizada da província de Maputo (2025–2029), o chefe da Brigada Central de Assistência, Francisco Mucanheia, reconheceu publicamente a falta de antecipação face às adversidades registadas.
“O Governo e o partido não faziam a mínima ideia de que esta província enfrentaria cheias desta dimensão e manifestações com tal impacto”, afirmou Mucanheia, sublinhando que o encontro não tinha como objetivo justificar falhas, mas sim identificar soluções.
Segundo Francisco Mucanheia, os eventos extremos comprometeram seriamente o funcionamento normal da economia provincial, afectando cadeias produtivas, circulação de bens e prestação de serviços, além de agravar o nível de vulnerabilidade social das populações.
Apesar do reconhecimento das dificuldades, Mucanheia destacou que o momento deve ser encarado como uma oportunidade para reavaliar estratégias e reforçar a capacidade de resposta institucional.
“Esta reunião deve servir para avaliarmos, planificarmos e medirmos o nível de satisfação do nosso povo, apesar de não termos previsto a ocorrência destas situações”, declarou.
O dirigente foi mais além ao defender a necessidade de maior celeridade na adaptação das políticas públicas às novas dinâmicas impostas pelas crises recentes.
“Precisamos de imprimir uma velocidade muito maior no ajuste dos nossos planos face aos novos desafios, para continuarmos a assumir a liderança na governação da província”, afirmou, numa referência direta ao papel do partido FRELIMO na condução política local.
Num tom de reafirmação política, Mucanheia sustentou ainda que, apesar das adversidades, o governo mantém legitimidade junto da população.
“Temos legitimidade junto da população, porque o povo sente que estamos a responder às suas ansiedades”, concluiu.
Entretanto, analistas apontam que as declarações, embora reconheçam falhas, levantam preocupações sobre a eficácia dos sistemas de prevenção e gestão de crises, sobretudo numa região historicamente vulnerável a fenómenos climáticos extremos.
O primeiro ano de governação na província de Maputo fica, assim, marcado por desafios estruturais significativos, cuja superação dependerá da capacidade das autoridades em transformar discursos de reconhecimento em ações concretas e sustentáveis.




Mendonça arrasta PODEMOS ao Tribunal e denuncia suspensão “ilegal” da liderança

O ex-Secretário-Geral e membro do Conselho Político e do Conselho Central do partido PODEMOS, Hélder Mendonça, anunciou que irá submeter formalmente um pedido de auditoria às contas da formação política junto do Tribunal Administrativo, ao mesmo tempo que contesta a sua suspensão, que considera ilegal.
De acordo com uma nota de imprensa enviada ao jornal Visão Moçambique, Mendonça pretende igualmente solicitar o levantamento imediato das sanções disciplinares impostas pela actual liderança do partido, alegando irregularidades no processo.
“O pedido de auditoria visa garantir a transparência e a correcta prestação de contas no seio do partido”, refere o documento, acrescentando que existem “preocupações sérias quanto à gestão financeira da actual direcção”.
A nota esclarece ainda que o antigo dirigente foi recentemente alvo de medidas disciplinares que classifica como “infundadas e ilegais”, incluindo a sua suspensão e expulsão durante a 11.ª sessão do Conselho Central.
Segundo Mendonça, tais decisões foram tomadas “sem o devido fundamento legal” e surgem como resposta à sua posição crítica em defesa de maior transparência interna.
“O posicionamento firme em prol da clarificação da gestão financeira não pode ser motivo de perseguição política dentro de uma organização que se pretende democrática”, sustenta.
Fontes próximas ao processo indicam que o caso poderá aprofundar tensões internas no PODEMOS, num momento em que o partido enfrenta crescentes desafios de coesão e credibilidade pública.
Até ao momento, a actual liderança do PODEMOS não se pronunciou oficialmente sobre as acusações.
A eventual intervenção do Tribunal Administrativo poderá trazer novos desenvolvimentos ao caso, sobretudo no que diz respeito à legalidade das decisões disciplinares e à gestão financeira da organização.




TRIBUNAL ADMINISTRATIVO TEM NOVO PORTA-VOZ

Trata-se do Juiz Conselheiro Arquimedes João Francisco Varimelo, designado por despacho da Presidente do Tribunal Administrativo (TA), Ana Maria Gemo Bié.

A nomeação de Arquimedes Varimelo surge num momento em que o TA procura consolidar a sua presença pública, aproximando-se cada vez mais dos cidadãos e dos diversos stakeholders institucionais, através de uma comunicação mais estruturada, célere e acessível.

O novo Porta-voz substitui o Juiz Conselheiro Cláudio Pene, que, recentemente, assumiu a presidência do Conselho Administrativo do Cofre da Jurisdição Administrativa.

A designação de Arquimedes Varimelo representa mais um passo no fortalecimento da imagem institucional do TA, reafirmando o seu compromisso com a transparência (nas acções desenvolvidas), proximidade (dos utentes numa óptica de pedagogia, perante o âmbito de actuação do TA) e abertura (ao processo de melhoria contínua e consequente melhoria do desempenho institucional), valores que orientam a actuação institucional na prossecução da sua missão.

Trata-se do Juiz Conselheiro Arquimedes João Francisco Varimelo, designado por despacho da Presidente do Tribunal Administrativo (TA), Ana Maria Gemo Bié.

A nomeação de Arquimedes Varimelo surge num momento em que o TA procura consolidar a sua presença pública, aproximando-se cada vez mais dos cidadãos e dos diversos stakeholders institucionais, através de uma comunicação mais estruturada, célere e acessível.

O novo Porta-voz substitui o Juiz Conselheiro Cláudio Pene, que, recentemente, assumiu a presidência do Conselho Administrativo do Cofre da Jurisdição Administrativa.

A designação de Arquimedes Varimelo representa mais um passo no fortalecimento da imagem institucional do TA, reafirmando o seu compromisso com a transparência (nas acções desenvolvidas), proximidade (dos utentes numa óptica de pedagogia, perante o âmbito de actuação do TA) e abertura (ao processo de melhoria contínua e consequente melhoria do desempenho institucional), valores que orientam a actuação institucional na prossecução da sua missão.




A Comissão Consultiva do Trabalho inicia negociações do salário mínimo para 2026

A Comissão Consultiva do Trabalho (CCT) anunciou o arranque do processo de negociação dos salários mínimos para 2026, numa reunião realizada ontem na cidade de Maputo, sob direcção da Ministra do Trabalho, Género e Acção Social e Presidente do órgão, Ivete Alane.
O encontro teve como principal objectivo a avaliação do desempenho económico e social registado ao longo de 2025, considerado um passo determinante para a definição dos novos níveis salariais.
Segundo Ivete Alane, “a análise do contexto económico e social é fundamental para assegurar que as decisões sobre os salários mínimos sejam equilibradas e ajustadas à realidade do país”.
Durante este processo, serão discutidos os valores mínimos de remuneração em cada sector de actividade, com impacto directo na vida dos trabalhadores e na sustentabilidade das empresas.
As negociações são conduzidas pelos representantes dos empregadores e dos sindicatos, cabendo ao Governo o papel de mediador. “O nosso compromisso é garantir um diálogo construtivo e equilibrado entre todas as partes envolvidas”, sublinhou a dirigente.
Nos próximos 30 dias, cada sector deverá apresentar as suas propostas salariais, que serão posteriormente analisadas pela CCT e submetidas ao Governo para aprovação final.
Para a Presidente da CCT, “este é um momento-chave para reforçar a justiça salarial, melhorar as condições de trabalho e impulsionar o crescimento económico do país”.




Júlio Parruque lidera diálogo estratégico com transportadores para enfrentar crise de mobilidade na Matola

O Presidente do Conselho Municipal da Cidade da Matola, Júlio Parruque, dirigiu nesta segunda-feira o II Diálogo com Operadores de Transporte, numa iniciativa que expõe os desafios estruturais da mobilidade urbana e procura respostas coordenadas entre o município e o sector.
O encontro reuniu associações de transportadores, cooperativas e proprietários privados de viaturas, num momento em que a cidade da Matola enfrenta crescente pressão sobre o sistema de transporte, impulsionada pelo aumento populacional actualmente estimado em cerca de 1,6 milhão de habitantes.
Segundo fontes municipais, a iniciativa insere-se numa estratégia mais ampla de auscultação pública e concertação com operadores, considerada essencial para enfrentar problemas como a escassez de meios, sobrelotação, irregularidade de rotas e degradação de infraestruturas viárias.
“Este diálogo não é apenas consultivo; é um passo decisivo para construirmos soluções conjuntas e sustentáveis para a mobilidade urbana na Matola”, afirmou Parruque durante a sessão de abertura.
Participantes ouvidos durante o encontro apontaram preocupações recorrentes, incluindo o custo operacional elevado, dificuldades no acesso a financiamento para renovação de frotas e a necessidade de maior organização do sector informal, que continua a desempenhar um papel dominante no transporte de passageiros.
Especialistas consideram que a ausência de um sistema integrado de transporte urbano agrava os constrangimentos, obrigando milhares de cidadãos a enfrentar longos tempos de espera e deslocações precárias diariamente.
“Sem coordenação entre o município e os operadores, qualquer tentativa de reforma será insuficiente”, referiu um representante de uma das cooperativas presentes, sublinhando a importância de políticas públicas consistentes.
O município pretende, com este ciclo de diálogos, reforçar a cooperação institucional e criar bases para a implementação de medidas concretas, incluindo a reorganização de rotas, melhoria da fiscalização e eventual introdução de soluções tecnológicas para gestão do transporte.
Analistas urbanos destacam que iniciativas como esta podem representar um ponto de viragem, desde que resultem em ações práticas e não se limitem ao plano discursivo.
A cidade da Matola, um dos principais centros urbanos de Moçambique, continua a enfrentar o desafio de equilibrar crescimento acelerado com serviços públicos eficientes sendo a mobilidade urbana um dos sectores mais críticos para o desenvolvimento sustentável.