ENH lança prémio de jornalismo no arranque dos 45 anos e reforça aposta na transparência do sector energético

A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) deu início às celebrações do seu 45.º aniversário com o lançamento do “Prémio de Jornalismo ENH 45 Anos”, uma iniciativa que surge num momento estratégico para o sector energético moçambicano, marcado por desafios de transparência, expectativas económicas e crescente escrutínio público.
O concurso, que abrange as categorias de rádio, televisão e imprensa incluindo plataformas digitais, pretende incentivar uma cobertura mediática mais aprofundada e especializada sobre a indústria de hidrocarbonetos, frequentemente considerada complexa e pouco acessível ao grande público.
De acordo com a Presidente do Conselho de Administração (PCA), Ludovina Bernardo, a iniciativa insere-se numa visão mais ampla de abertura institucional e diálogo com a sociedade.
“Este prémio marca o início de um ciclo de reflexão e projecção, no qual queremos envolver os jornalistas como parceiros na construção de uma narrativa informada e responsável sobre o sector”, afirmou.
A criação do prémio levanta também questões relevantes sobre o papel da comunicação social na fiscalização de uma indústria que representa uma das principais apostas económicas do país. Especialistas apontam que, apesar do potencial transformador dos recursos naturais, persistem preocupações relacionadas com a gestão, distribuição de receitas e impacto social dos projectos.
Neste contexto, a ENH procura posicionar-se como promotora de informação de qualidade, incentivando trabalhos que não apenas divulguem dados, mas que investiguem, expliquem e contextualizem os desenvolvimentos do sector.
“Mais do que celebrar, queremos estimular uma abordagem crítica, informada e construtiva sobre os hidrocarbonetos em Moçambique”, sublinhou Ludovina Bernardo.
O “Prémio de Jornalismo ENH 45 Anos” surge, assim, como um instrumento que poderá contribuir para elevar os padrões de cobertura mediática, ao mesmo tempo que testa, na prática, o compromisso declarado da empresa com a transparência.
As celebrações do aniversário da ENH deverão estender-se ao longo do ano, integrando iniciativas que visam não apenas assinalar a data, mas também reforçar o papel estratégico da instituição no futuro energético do país.




Município de Marracuene aposta em escritórios modulares para suprir carência de infraestruturas

Face à escassez de infraestruturas adequadas num município com apenas dois anos de existência, Marracuene está a recorrer a soluções rápidas e inovadoras para responder às crescentes exigências administrativas e sociais. A implementação de escritórios modulares surge como uma alternativa estratégica para garantir o funcionamento eficiente dos serviços públicos.
Segundo fontes municipais, a medida visa não só colmatar limitações imediatas de espaço, mas também assegurar maior flexibilidade na expansão dos serviços à medida que o município se desenvolve.
“O recurso a escritórios modulares permite-nos dar respostas mais céleres às necessidades da população, sem comprometer a qualidade dos serviços prestados”, indicou uma fonte ligada à administração local.
Com esta iniciativa, o município reafirma o seu compromisso com a melhoria contínua dos serviços públicos e com a promoção do bem-estar dos munícipes, num contexto de crescimento acelerado e desafios estruturais.
Além disso, a aposta enquadra-se numa estratégia mais ampla de gestão responsável dos recursos públicos. Marracuene tem vindo a priorizar investimentos em áreas consideradas essenciais, como educação, infraestruturas rodoviárias e outros serviços básicos, procurando responder de forma eficaz às principais necessidades da população.
Especialistas consideram que soluções modulares podem representar uma alternativa viável para municípios emergentes, sobretudo em contextos onde os recursos são limitados e as demandas são urgentes.




Marracuene e AURA reforçam cooperação para melhorar abastecimento de água

O Conselho Municipal de Marracuene e a Autoridade Reguladora de Água (AURA) assinaram, esta quinta-feira, um memorando de entendimento com vista ao reforço da coordenação institucional, melhoria da qualidade dos serviços de abastecimento de água e protecção dos interesses dos consumidores.
O acordo pretende igualmente prevenir, mitigar e gerir conflitos no sector, promovendo maior eficiência na prestação dos serviços e uma relação mais equilibrada entre provedores e utentes.
Na ocasião, o presidente do Conselho Municipal de Marracuene, Shafee Sidat, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento do município.
“Este memorando vai fortalecer a prestação de serviços de água em Marracuene, com enfoque na expansão da rede de abastecimento e na redução dos custos para os consumidores”, afirmou.
Segundo o edil, a parceria poderá ainda contribuir para a melhoria da qualidade da água e para o aumento da cobertura ao longo de toda a cadeia de serviços.
“Esperamos melhorias significativas desde o atendimento ao fornecimento até ao destino final do serviço”, acrescentou.
Por sua vez, a presidente do Conselho de Administração da AURA, Suzana Saranga Loforte, sublinhou o compromisso da instituição em trabalhar de forma próxima com o município.
“A nossa intenção é garantir maior capacitação técnica dos quadros locais, através de acções de formação que permitam elevar continuamente a qualidade dos serviços prestados aos munícipes”, explicou.
No âmbito da implementação do memorando, uma equipa da Águas da Região de Maputo deverá deslocar-se a Marracuene nos próximos dias para realizar actividades de monitoria e avaliação, com foco na optimização do abastecimento de água na região.




Moçambique e Quénia reforçam cooperação com acordo histórico para impulsionar turismo

O Ministro da Economia, Basílio Muhate, afirmou que o Governo moçambicano está a trabalhar na consolidação de uma parceria estratégica com o Quénia, com vista a dinamizar o turismo, reforçar a conservação sustentável e facilitar a circulação de cidadãos entre os dois países.
A declaração foi feita à margem da recente visita oficial do Chefe de Estado de Moçambique à República do Quénia, um momento que, segundo o governante, marca um novo capítulo nas relações bilaterais.
“Estamos a construir uma ponte sólida entre Moçambique e o Quénia através de um acordo histórico que vai impulsionar o turismo, promover a conservação sustentável e facilitar a circulação entre os nossos povos”, destacou Muhate.
Durante a deslocação, o ministro manteve um encontro em Nairobi com a Ministra do Turismo do Quénia, Rebecca Miano, o qual classificou como “inspirador” e determinante para o fortalecimento da cooperação institucional no sector turístico.
No domínio da formação, Muhate anunciou avanços significativos na cooperação académica entre o Instituto Nacional de Turismo de Moçambique e o Kenya Utalii College, sublinhando a importância do investimento em capital humano.
“Demos um passo importante na cooperação académica, porque investir em talento é investir no futuro de África”, afirmou.
O ministro concluiu sublinhando a necessidade de maior integração continental, defendendo que África deve apostar em parcerias estratégicas que promovam o desenvolvimento inclusivo.
“O continente chama por mais colaboração, mais conexão e mais oportunidades”, concluiu.




Governador Manuel Tule apresenta informe sobre impacto das cheias na V Sessão da Assembleia Provincial de Maputo

O Executivo Provincial de Maputo, representado pelo governador Manuel Tule, apresentou há instantes o seu informe durante a V Sessão da Assembleia Provincial, com destaque para os impactos das cheias e inundações que recentemente afectaram a região, bem como as medidas delineadas para responder à situação.
Na sua intervenção, o governante detalhou os danos provocados pelas intempéries, que resultaram em prejuízos significativos em infraestruturas, habitações e actividades económicas, afectando milhares de famílias em diferentes distritos da província.
“As cheias trouxeram enormes desafios à nossa província, exigindo uma resposta coordenada e imediata por parte do governo e dos nossos parceiros”, afirmou Manuel Tule, sublinhando que o Executivo já está a implementar um plano operativo de emergência com vista a mitigar os efeitos da crise.
O informe apresentado inclui ações prioritárias como assistência humanitária às populações afectadas, reabilitação de vias de acesso, reposição de serviços básicos e reforço dos sistemas de drenagem para prevenir futuras ocorrências.
Apesar da gravidade da situação, o governador destacou a actitude da população durante o período crítico. “Queremos enaltecer a resiliência e o espírito de solidariedade que caracterizaram os cidadãos da província de Maputo neste momento difícil”, frisou.
O Executivo Provincial reiterou ainda o compromisso de continuar a mobilizar recursos e parcerias para acelerar a recuperação das zonas afectadas e reforçar a capacidade de resposta a eventos climáticos extremos.




Município da Matola assina memorando estratégico com Nações Unidas para enfrentar desafios das inundações

O município da Matola, maior capital industrial de Moçambique, assinou recentemente um memorando estratégico com as Nações Unidas com o objetivo de desenvolver soluções de infraestrutura para enfrentar os desafios climáticos, em particular as inundações que afetam a cidade durante a época chuvosa.
Segundo Júlio Parruque, edil da Matola, a parceria visa construir sistemas de drenagem eficientes e mobilizar os recursos necessários para esta grande empreitada.
“A assinatura deste memorando tem como propósito construir soluções de drenagem para a época chuvosa, e vamos caminhar, desenhar e mobilizar os recursos necessários para esta grande empreitada”, afirmou Parruque.
O edil destacou que, além da assistência técnica das Nações Unidas, o município tem necessidades de equipamentos adequados para responder aos impactos das chuvas.
“Temos oportunidade de beneficiar da assistência neste sentido, mas também temos necessidade de equipamentos para responder aos desafios da época chuvosa em particular”, disse.
Parruque reforçou a importância estratégica do memorando, especialmente considerando que os escritórios das Nações Unidas estão localizados em Maputo, permitindo ao município solicitar meios e apoio logístico de forma mais eficiente.
“Vamos combinar as possibilidades, porque a Matola, sempre que chove, enfrenta problemas que exigem assistência humanitária devido à incapacidade de preparação e intervenção sistemática”, acrescentou.
O edil concluiu sublinhando o potencial de impacto desta colaboração, destacando o crescimento populacional da cidade e a necessidade de soluções sustentáveis.
“Temos uma oportunidade muito grande, então é uma assistência muito profunda com as Nações Unidas. A Matola tem uma pressão muito grande e a tendência demográfica é de crescimento”, finalizou Parruque.




OPERAÇÃO CONJUNTA DESMANTELA REDE DE VENDA DE DROGAS E “XIVOTXONGO” EM MALHAMPSENE

Uma operação conjunta envolvendo a Polícia Municipal da Matola, a Polícia da República de Moçambique (PRM) e o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) resultou na apreensão de mais de 600 caixas de bebidas espirituosas de fabrico caseiro, conhecidas localmente como “xivotxongo”, bem como quantidades não especificadas de droga do tipo cannabis, botijas de gás de cozinha e outros bens ilícitos.A ação decorreu no bairro de Malhampsene, uma zona há muito associada à proliferação de actividades ilegais, particularmente no entorno da lixeira local, apontada pelas autoridades como foco de criminalidade organizada.No âmbito da operação, 12 cidadãos foram detidos e encontram-se sob custódia da PRM, suspeitos de envolvimento direto na posse e comercialização dos produtos apreendidos. As autoridades consideram que a intervenção representa um golpe significativo contra redes locais de tráfico e comércio ilegal.Segundo o porta-voz da PRM na Província de Maputo, Cláudio Ngulele, as detenções devem ser encaradas como um aviso claro aos envolvidos em práticas ilícitas.“Esta ação constitui um alerta sério para todos os que insistem em enveredar pelo mundo do crime. As autoridades estão vigilantes e determinadas em responsabilizar todos os infratores”, afirmou.Por sua vez, o porta-voz da Polícia Municipal da Matola, Sérgio Bavo, destacou que a operação se insere numa estratégia mais ampla de combate ao crime urbano e restauração da ordem pública.“O nosso objetivo é desmantelar as chamadas ‘bocas de fumo’ e travar a venda ilegal de bebidas espirituosas. Queremos devolver a dignidade, a segurança e a tranquilidade aos munícipes da Matola, com especial enfoque na zona de Malhampsene”, explicou.As autoridades garantem que operações do género irão continuar a ser realizadas de forma regular, como parte de um esforço contínuo para combater o crime organizado e reforçar a segurança nas comunidades.




“Cheias devastadoras e manifestações violentas paralisam economia na província de Maputo no primeiro ano de governação: ‘Não fazíamos a mínima ideia’, admite Francisco Mucanheia e promete novos mecanismos de resposta”

A província de Maputo enfrentou, ao longo do primeiro ano do atual ciclo de governação, uma combinação de crises sem precedentes, marcada por cheias de grande magnitude e manifestações violentas que, segundo diversas fontes institucionais, acabaram por paralisar completamente a economia local.
O cenário, descrito como inesperado pelas autoridades, expôs fragilidades na capacidade de previsão e resposta governativa, levantando questionamentos sobre os mecanismos de gestão de risco e preparação institucional diante de eventos extremos.
Durante a sessão de abertura do balanço do primeiro ano de implementação do plano quinquenal dos órgãos de governação descentralizada da província de Maputo (2025–2029), o chefe da Brigada Central de Assistência, Francisco Mucanheia, reconheceu publicamente a falta de antecipação face às adversidades registadas.
“O Governo e o partido não faziam a mínima ideia de que esta província enfrentaria cheias desta dimensão e manifestações com tal impacto”, afirmou Mucanheia, sublinhando que o encontro não tinha como objetivo justificar falhas, mas sim identificar soluções.
Segundo Francisco Mucanheia, os eventos extremos comprometeram seriamente o funcionamento normal da economia provincial, afectando cadeias produtivas, circulação de bens e prestação de serviços, além de agravar o nível de vulnerabilidade social das populações.
Apesar do reconhecimento das dificuldades, Mucanheia destacou que o momento deve ser encarado como uma oportunidade para reavaliar estratégias e reforçar a capacidade de resposta institucional.
“Esta reunião deve servir para avaliarmos, planificarmos e medirmos o nível de satisfação do nosso povo, apesar de não termos previsto a ocorrência destas situações”, declarou.
O dirigente foi mais além ao defender a necessidade de maior celeridade na adaptação das políticas públicas às novas dinâmicas impostas pelas crises recentes.
“Precisamos de imprimir uma velocidade muito maior no ajuste dos nossos planos face aos novos desafios, para continuarmos a assumir a liderança na governação da província”, afirmou, numa referência direta ao papel do partido FRELIMO na condução política local.
Num tom de reafirmação política, Mucanheia sustentou ainda que, apesar das adversidades, o governo mantém legitimidade junto da população.
“Temos legitimidade junto da população, porque o povo sente que estamos a responder às suas ansiedades”, concluiu.
Entretanto, analistas apontam que as declarações, embora reconheçam falhas, levantam preocupações sobre a eficácia dos sistemas de prevenção e gestão de crises, sobretudo numa região historicamente vulnerável a fenómenos climáticos extremos.
O primeiro ano de governação na província de Maputo fica, assim, marcado por desafios estruturais significativos, cuja superação dependerá da capacidade das autoridades em transformar discursos de reconhecimento em ações concretas e sustentáveis.




Mendonça arrasta PODEMOS ao Tribunal e denuncia suspensão “ilegal” da liderança

O ex-Secretário-Geral e membro do Conselho Político e do Conselho Central do partido PODEMOS, Hélder Mendonça, anunciou que irá submeter formalmente um pedido de auditoria às contas da formação política junto do Tribunal Administrativo, ao mesmo tempo que contesta a sua suspensão, que considera ilegal.
De acordo com uma nota de imprensa enviada ao jornal Visão Moçambique, Mendonça pretende igualmente solicitar o levantamento imediato das sanções disciplinares impostas pela actual liderança do partido, alegando irregularidades no processo.
“O pedido de auditoria visa garantir a transparência e a correcta prestação de contas no seio do partido”, refere o documento, acrescentando que existem “preocupações sérias quanto à gestão financeira da actual direcção”.
A nota esclarece ainda que o antigo dirigente foi recentemente alvo de medidas disciplinares que classifica como “infundadas e ilegais”, incluindo a sua suspensão e expulsão durante a 11.ª sessão do Conselho Central.
Segundo Mendonça, tais decisões foram tomadas “sem o devido fundamento legal” e surgem como resposta à sua posição crítica em defesa de maior transparência interna.
“O posicionamento firme em prol da clarificação da gestão financeira não pode ser motivo de perseguição política dentro de uma organização que se pretende democrática”, sustenta.
Fontes próximas ao processo indicam que o caso poderá aprofundar tensões internas no PODEMOS, num momento em que o partido enfrenta crescentes desafios de coesão e credibilidade pública.
Até ao momento, a actual liderança do PODEMOS não se pronunciou oficialmente sobre as acusações.
A eventual intervenção do Tribunal Administrativo poderá trazer novos desenvolvimentos ao caso, sobretudo no que diz respeito à legalidade das decisões disciplinares e à gestão financeira da organização.




TRIBUNAL ADMINISTRATIVO TEM NOVO PORTA-VOZ

Trata-se do Juiz Conselheiro Arquimedes João Francisco Varimelo, designado por despacho da Presidente do Tribunal Administrativo (TA), Ana Maria Gemo Bié.

A nomeação de Arquimedes Varimelo surge num momento em que o TA procura consolidar a sua presença pública, aproximando-se cada vez mais dos cidadãos e dos diversos stakeholders institucionais, através de uma comunicação mais estruturada, célere e acessível.

O novo Porta-voz substitui o Juiz Conselheiro Cláudio Pene, que, recentemente, assumiu a presidência do Conselho Administrativo do Cofre da Jurisdição Administrativa.

A designação de Arquimedes Varimelo representa mais um passo no fortalecimento da imagem institucional do TA, reafirmando o seu compromisso com a transparência (nas acções desenvolvidas), proximidade (dos utentes numa óptica de pedagogia, perante o âmbito de actuação do TA) e abertura (ao processo de melhoria contínua e consequente melhoria do desempenho institucional), valores que orientam a actuação institucional na prossecução da sua missão.

Trata-se do Juiz Conselheiro Arquimedes João Francisco Varimelo, designado por despacho da Presidente do Tribunal Administrativo (TA), Ana Maria Gemo Bié.

A nomeação de Arquimedes Varimelo surge num momento em que o TA procura consolidar a sua presença pública, aproximando-se cada vez mais dos cidadãos e dos diversos stakeholders institucionais, através de uma comunicação mais estruturada, célere e acessível.

O novo Porta-voz substitui o Juiz Conselheiro Cláudio Pene, que, recentemente, assumiu a presidência do Conselho Administrativo do Cofre da Jurisdição Administrativa.

A designação de Arquimedes Varimelo representa mais um passo no fortalecimento da imagem institucional do TA, reafirmando o seu compromisso com a transparência (nas acções desenvolvidas), proximidade (dos utentes numa óptica de pedagogia, perante o âmbito de actuação do TA) e abertura (ao processo de melhoria contínua e consequente melhoria do desempenho institucional), valores que orientam a actuação institucional na prossecução da sua missão.