SNJ inicia entrega dos primeiros bens angariados às vítimas das cheias

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O Sindicato Nacional de Jornalistas (SNJ) anunciou o início da entrega dos primeiros bens angariados no âmbito da campanha de solidariedade às vítimas das cheias e inundações que, nas últimas semanas, têm afectado várias províncias de Moçambique.
Segundo um comunicado a que o Jornal Visão Moçambique teve acesso, o Secretariado Executivo do SNJ espera que, no prazo de dez dias, contados a partir de 28 de Janeiro de 2026, os Secretariados Provinciais procedam à entrega dos bens recolhidos às populações afectadas, abrangendo habitações, estabelecimentos comerciais, armazéns, fábricas e campos agrícolas.
Moçambique enfrenta um cenário crítico provocado por cheias e inundações, sobretudo nas regiões Sul e Centro do país, que já resultaram na morte de pelo menos uma centena e meia de pessoas, além da destruição de inúmeras infra-estruturas públicas e privadas, incluindo estradas, pontes, escolas, unidades sanitárias, mercados e residências.
Reunido esta semana, o Secretariado Executivo do SNJ saudou o empenho e a dedicação dos profissionais da comunicação social que têm estado na linha da frente da cobertura jornalística destas calamidades naturais, muitas vezes em condições adversas, levando ao país e ao mundo o retrato fiel do drama vivido por milhões de moçambicanos.
No mesmo documento, o SNJ manifesta solidariedade para com os seus membros e respectivas famílias que também foram directamente afectados pelas cheias e inundações.
Com vista a dar continuidade às acções solidárias em curso, o Secretariado Executivo exorta ainda os órgãos de base do Sindicato — Comités Locais e Secretariados Provinciais — a promoverem campanhas de recolha de donativos, nomeadamente géneros alimentícios não perecíveis, vestuário, calçado, material escolar e outros bens essenciais, destinados às vítimas, em coordenação com as entidades competentes em cada província.




ÚLTIMA HORA | FMF reúne-se para decidir futuro de Chiquinho Conde nos Mambas

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A direcção da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) encontra-se reunida, esta quarta-feira, 28 de Janeiro, na cidade de Maputo, para decidir se mantém ou não Chiquinho Conde no comando técnico da selecção nacional de futebol, os Mambas.
O encontro entre a FMF e o seleccionador nacional acontece numa fase decisiva, faltando apenas três dias para o término do contrato que liga as duas partes, o que aumenta a expectativa em torno do desfecho das negociações.
Fontes ligadas ao processo indicam que a reunião visa avaliar o desempenho técnico da selecção, os objectivos alcançados e as perspectivas futuras do futebol nacional, antes de uma eventual renovação ou rescisão contratual.
Até ao momento, nenhuma das partes prestou declarações oficiais sobre o teor das conversações, mas espera-se que uma posição definitiva seja tornada pública nas próximas horas.
O Jornal Visão Moçambique acompanha o desenvolvimento desta reunião em tempo real




Radisson Blu Maputo reabre Restaurante Filini após renovação abrangente

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O Radisson Blu Hotel & Residence, Maputo, um dos edifícios mais emblemáticos da capital moçambicana, reabriu oficialmente o Restaurante Filini, na sequência de uma renovação profunda que visa reforçar a sua oferta gastronómica para hóspedes e para o público em geral.
Especializado em gastronomia italiana, o Filini é um restaurante aberto ao público, acolhendo famílias, clientes em lazer e profissionais em contexto de negócios. O espaço funciona sete dias por semana, servindo pequeno-almoço, almoço e jantar, num ambiente descontraído e contemporâneo, adequado a diferentes ocasiões sociais e corporativas.
A renovação insere-se no compromisso contínuo do Radisson Blu Hotel & Residence, Maputo, de alinhar os seus serviços às expectativas dos hóspedes e às tendências internacionais da hotelaria. O restaurante apresenta agora um interior modernizado, com maior conforto e um conceito visual mais atual, pensado para proporcionar uma experiência gastronómica diferenciada.
“A reabertura do Filini reflete o nosso investimento contínuo na melhoria da experiência do hóspede e na criação de um espaço acolhedor, não apenas para quem se hospeda no hotel, mas também para a comunidade local”, afirmou Ankur Tripathi, Diretor-Geral do Radisson Blu Hotel & Residence, Maputo.
A cerimónia oficial de reabertura teve lugar no dia 27 de janeiro de 2026 e foi assinalada por um evento intimista, que reuniu convidados, parceiros estratégicos e representantes da comunicação social.
O projeto de modernização do hotel vai além da área de restauração, abrangendo igualmente os quartos, com melhorias ao nível da tecnologia e do conforto, em resposta às exigências de um mercado em constante evolução e aos elevados padrões da indústria hoteleira internacional.
Esta iniciativa assinala mais de uma década de presença do Radisson Hotel Group em Moçambique, reafirmando o compromisso da marca com a modernização, a inovação e a oferta de serviços de qualidade no país.
Sobre a Radisson Blu
A Radisson Blu é uma marca hoteleira do segmento upper upscale, reconhecida por proporcionar experiências memoráveis em ambientes elegantes e sofisticados. Com base na filosofia de serviço “Yes I Can!”, os hotéis Radisson Blu distinguem-se pela atenção ao detalhe e pela capacidade de antecipar as necessidades dos viajantes. A marca está presente em grandes cidades, principais portas de entrada aeroportuárias e destinos de lazer a nível mundial.
Hóspedes e parceiros profissionais podem ainda beneficiar do Radisson Rewards, um programa internacional de fidelização que oferece vantagens exclusivas e recompensas diferenciadas.




INATRO promete duplicar produção de cartas de condução após acumular mais de 35 mil pedidos pendentes

Depois de anos de queixas por atrasos, falhas técnicas e longas filas, o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) anunciou um aumento significativo da capacidade de produção de cartas de condução, numa tentativa de responder à pressão crescente dos automobilistas e ao elevado número de processos acumulados.
A empresa pública pretende passar da produção diária de 750 para 1.500 cartas de condução, o que representa um aumento superior a 50% face à capacidade anterior. O anúncio foi feito esta terça-feira, durante uma conferência de imprensa realizada na sede nacional da instituição, em Maputo, pelo administrador do INATRO, Carlos Zunguza.
Segundo o dirigente, a decisão surge num contexto em que o sistema da instituição regista cerca de 35 mil pedidos acumulados, muitos deles pendentes há meses, situação que tem condicionado a vida profissional de milhares de cidadãos que dependem do documento para exercer actividades económicas, sobretudo nos sectores de transporte, logística e serviços.
Para mitigar o impacto do atraso, o INATRO anunciou ainda a extensão do atendimento ao público para os fins de semana, uma medida considerada extraordinária, mas que revela a dimensão da pressão existente sobre os serviços da instituição.
No plano tecnológico, Carlos Zunguza reconheceu implicitamente as limitações do actual sistema informático, apontado como uma das principais causas dos constrangimentos. O administrador afirmou que o INATRO está a trabalhar em coordenação com o Ministério dos Transportes e Logística e parceiros para a aquisição de um novo servidor, prometendo que a futura infra-estrutura irá melhorar a estabilidade do sistema e a qualidade do atendimento ao público, embora sem avançar prazos concretos.
Outro ponto sensível abordado diz respeito às cartas de condução provisórias, documento utilizado por milhares de moçambicanos que circulam nos países da região. Zunguza confirmou que estas cartas não são reconhecidas no espaço da SADC, incluindo países como África do Sul, Zimbabwe, Malawi e Zâmbia, expondo os automobilistas nacionais a multas, apreensões e outros constrangimentos legais.
Ainda assim, o administrador garantiu que esta realidade poderá mudar, defendendo que o Governo de Moçambique está a desenvolver contactos com entidades regionais com vista à harmonização e reconhecimento dos documentos de condução, um processo que, segundo afirmou, “já está em curso”.
Apesar das promessas apresentadas, persistem dúvidas quanto à capacidade do INATRO em recuperar o atraso acumulado e evitar que o problema se repita, num sector onde a eficiência administrativa é determinante para a mobilidade, segurança rodoviária e dinamização da economia nacional.




ÚLTIMA HORA | Director Distrital de Infra-estruturas de Mecula detido por desvio de ajuda alimentar

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O Director Distrital de Infra-estruturas de Mecula, na província do Niassa, foi detido pelas autoridades por alegado envolvimento no desvio de produtos alimentares destinados às vítimas das cheias que afectaram aquela região do norte de Moçambique.
Fontes do Jornal Visão Moçambique confirmaram, no local, que a detenção foi efectuada pelo Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), que já instaurou um processo-crime e decorre, neste momento, a instrução preparatória com vista ao julgamento dos envolvidos.
No mesmo processo, encontram-se igualmente detidos dois indivíduos identificados como Saíde e Ervâncio, indiciados como co-autores no esquema de desvio de ajuda humanitária. Os três suspeitos são acusados de se apropriarem ilegalmente de produtos alimentares alocados para apoiar famílias severamente afectadas pelas cheias.
Entre os bens desviados constam arroz, farinha, óleo alimentar e feijão, produtos essenciais destinados a mitigar a fome e o sofrimento das comunidades vulneráveis atingidas pelo desastre natural.
O caso levanta sérias questões sobre a gestão da ajuda humanitária em contextos de emergência e expõe fragilidades nos mecanismos de controlo e responsabilização ao nível distrital. As autoridades garantem que as investigações prosseguem para apurar a totalidade da rede envolvida e assegurar que os responsáveis respondam criminalmente pelos seus actos.
O Jornal Visão Moçambique continuará a acompanhar o desenrolar do processo.




Agentes do M-Pesa denunciam “confisco legalizado” após retenção obrigatória de 10% nas comissões

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Agentes do serviço financeiro móvel M-Pesa concentraram-se em frente à loja central da Vodacom Moçambique, na cidade de Maputo, para denunciar aquilo que classificam como um “confisco legalizado” das suas comissões, na sequência da retenção obrigatória de 10%, recentemente aprovada pelo Conselho de Ministros.
A medida, aplicada de forma transversal e sem consulta prévia aos operadores de base, está a provocar revolta generalizada entre milhares de agentes, que acusam o Governo e a operadora de telecomunicações de transferirem o peso das reformas fiscais para o elo mais fraco da cadeia: os pequenos agentes que asseguram o funcionamento do sistema financeiro digital em bairros, mercados e zonas rurais.
Segundo apurou o Jornal Visão Moçambique, os agentes afirmam que a decisão foi imposta de forma unilateral, sem transparência, sem esclarecimentos públicos e sem avaliação do impacto real sobre quem vive exclusivamente das comissões do M-Pesa.
“Chamam-lhe retenção, mas na prática é um corte directo no nosso pão. Não somos funcionários do Estado, não temos salários fixos, nem benefícios, mas somos tratados como se fôssemos a fonte fácil de arrecadação”, denunciou um agente ouvido no local.
Medida aprovada à distância da realidade do terreno
A retenção de 10% enquadra-se nas reformas fiscais do Governo, supostamente destinadas a reforçar a formalização da economia digital e a arrecadação de receitas. Contudo, os agentes questionam por que razão o Estado opta por tributar directamente quem já opera com margens reduzidas, enquanto grandes operadores e intermediários continuam a beneficiar de regimes mais favoráveis.
Para os manifestantes, a decisão revela desconhecimento da realidade do sector, onde os agentes suportam custos elevados com liquidez, aluguer, segurança, transporte de numerário e taxas diversas, sem qualquer protecção social.
Vodacom em silêncio, agentes à deriva
Apesar do protesto em frente à sua sede, a Vodacom Moçambique mantém-se em silêncio, escudando-se no argumento do cumprimento da lei. Para os agentes, essa postura representa uma lavagem de responsabilidades, numa altura em que a empresa beneficia directamente da expansão do serviço financeiro móvel sustentado pelo trabalho dos agentes.
“Quando o sistema cresce, somos invisíveis. Quando é para cortar, somos os primeiros a sentir”, acusou outro manifestante.
Risco de colapso do serviço nas comunidades
Os agentes alertam que, caso a medida não seja revista, poderá haver encerramento em massa de pontos M-Pesa, especialmente nas zonas periféricas e rurais, comprometendo o acesso da população aos serviços financeiros básicos e contrariando o próprio discurso oficial de inclusão financeira.
A manifestação decorreu de forma pacífica, mas os agentes avisam que o descontentamento está longe de terminar. Caso não haja diálogo efectivo e revisão da medida, novas acções de protesto poderão ser desencadeadas a nível nacional.
O Jornal Visão Moçambique continuará a acompanhar o caso e a questionar quem realmente ganha e quem paga o preço das reformas na economia digital moçambicana




Cheias expõem fragilidades da EN1 e forçam Governo a activar comboio extraordinário para Magude

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A persistência das cheias que voltaram a cortar a Estrada Nacional Número Um (EN1), principal corredor rodoviário do país, obrigou o Governo, através do Ministério dos Transportes e Logística (MTL), a anunciar a activação de um comboio extraordinário de passageiros com destino a Magude, na província de Maputo, numa clara admissão das limitações das infra-estruturas rodoviárias face a fenómenos climáticos recorrentes.
Segundo uma nota oficial do Ministério dos Transportes e Logística, a que o Jornal Visão Moçambique teve acesso, o comboio especial parte no dia 27 de Janeiro, com regresso marcado para 28 de Janeiro, à mesma hora, tratando-se de uma medida excepcional para responder à situação de emergência criada pelo corte da EN1, que deixou centenas de cidadãos isolados.
No comunicado, o Governo informa que a Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) irá cobrar 50 meticais por viagem, um valor correspondente a metade da tarifa normal, numa tentativa de mitigar os impactos económicos sobre as populações afectadas. Contudo, a decisão levanta questões sobre a capacidade de resposta estrutural do Estado, num contexto em que situações semelhantes se repetem ciclicamente sem soluções definitivas.
Adicionalmente, o CFM anunciou a disponibilização de um comboio especial de mercadorias, que irá rebocar vagões de carga e duas carruagens destinadas ao transporte de acompanhantes, com partida prevista para quinta-feira, às 5 horas, a partir da estação da Matola Gare, no município da Matola, com destino a Magude. O regresso está igualmente previsto para o dia seguinte, numa operação que visa garantir o abastecimento mínimo às zonas afectadas pelo isolamento.
Paralelamente, o Ministério dos Transportes e Logística informou que, a partir de segunda-feira, 26 de Janeiro, uma embarcação transportando produtos de ajuda humanitária segue para o porto de Chongoene, na província de Gaza. De acordo com a mesma fonte, a embarcação deverá regressar à cidade de Maputo na quinta-feira, transportando passageiros — uma solução alternativa que evidencia a pressão sobre os meios logísticos do Estado.
Apesar das medidas anunciadas, fontes ouvidas pelo Visão Moçambique questionam a ausência de um plano preventivo robusto, sublinhando que o colapso recorrente da EN1 durante a época chuvosa expõe falhas persistentes na manutenção, no ordenamento territorial e na adaptação das infra-estruturas às mudanças climáticas, transformando soluções de emergência em práticas quase permanentes.




Governo resgata mais de 19 mil pessoas afectadas pelas cheias

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Maputo — O Governo de Moçambique informou que, até ao dia 24 de Janeiro corrente, foram resgatadas 19.254 pessoas afectadas pelas cheias que assolam várias regiões do país, com maior incidência nas províncias de Maputo, onde foram assistidas 11.693 pessoas, e Gaza, com 7.561 resgatados.
Segundo dados tornados públicos pelo Conselho de Ministros, as operações de busca, resgate e salvamento estão a ser realizadas por equipas da Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC), em coordenação com outras instituições nacionais e internacionais, envolvendo um total de 63 efectivos.
Para assegurar a eficácia das operações, o Governo mobilizou 44 embarcações, quatro aeronaves, nove helicópteros e uma viatura anfíbia, esta última em operação desde o dia anterior ao anúncio oficial.
As acções de salvamento contam igualmente com o apoio permanente dos bombeiros de resgate e salvamento, que operam 24 horas por dia, bem como de mais de 160 voluntários da Cruz Vermelha de Moçambique e de outras organizações humanitárias, afectos aos diversos centros de acolhimento e acomodação.
Resposta humanitária activada
No âmbito da Resposta Humanitária do Governo, e em coordenação com parceiros de cooperação, organizações humanitárias, entidades públicas, privadas e cidadãos singulares, foram activados mecanismos de emergência com vista a mitigar os impactos das cheias sobre as populações mais vulneráveis.
Neste contexto, foram desencadeadas, de forma imediata, diversas acções de assistência nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane e Manica, bem como na Cidade de Maputo, com enfoque na provisão de assistência alimentar e não alimentar, visando garantir a sobrevivência e a dignidade das populações afectadas.
De acordo com o Governo, a resposta humanitária em curso tem assegurado, até ao momento, uma assistência considerada suficiente, especialmente nos 94 Centros de Acolhimento e Acomodação actualmente em funcionamento no país.
As províncias afectadas receberam, através do mecanismo de coordenação do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD), alimentos e outros produtos essenciais em quantidades adequadas, permitindo responder às necessidades desta fase crítica.
O Executivo destaca ainda que a capacidade de resposta tem vindo a reforçar-se progressivamente, com a mobilização contínua de recursos por parte do Governo e dos seus parceiros de cooperação, bem como de organizações humanitárias e outros actores da sociedade.
Paralelamente, decorrem acções de monitoria no terreno, realizadas por membros do Governo e outras entidades públicas, com o objectivo de avaliar os esforços desenvolvidos, apoiar as equipas de trabalho e acompanhar a situação das populações afectadas.




Boane/Bela Vista: trânsito retomado de forma condicionada no drift de Umpala

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A circulação rodoviária no troço Boane–Bela Vista, na província de Maputo, voltou a ser possível, embora de forma condicionada, no drift de Umpala, localizado na Vila de Boane. A interrupção do tráfego havia sido registada nos últimos dias devido ao galgamento das águas das cheias, consequência das intensas chuvas que continuam a afectar várias regiões do país.
Em nota a que o Jornal Visão Moçambique teve acesso, a Administração Nacional de Estradas (ANE) explicou que a situação exigiu a interdição temporária da via, enquanto as equipas técnicas avaliavam os danos e implementavam medidas de segurança para permitir a circulação com segurança. Segundo a ANE, a reposição da transitabilidade será mantida sob monitoria constante, dado que os níveis das águas podem variar rapidamente em função das condições meteorológicas.
As autoridades apelam aos automobilistas para que reduzam a velocidade, respeitem a sinalização provisória e sigam rigorosamente as orientações das equipas no local. Recomenda-se especial atenção aos veículos de maior porte e às famílias que utilizam a via diariamente, tendo em conta que o tráfego continua restrito e condicionado.
Este episódio reforça a necessidade de vigilância constante nas estradas do país durante a época das chuvas, sobretudo em áreas propensas a cheias e galgamentos, como é o caso de vários drifts e pontes na província de Maputo. A ANE assegura que continuará a trabalhar em coordenação com as autoridades locais para garantir a segurança dos utentes da estrada e minimizar os impactos das intempéries.




ANE alerta para erosão na EN1 em Xai-Xai

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A Administração Nacional de Estradas (ANE) anunciou a existência de uma erosão na Estrada Nacional Número Um (EN1), concretamente na zona do bairro 8, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza.
Segundo uma nota a que o Jornal Visão Moçambique teve acesso, a ANE apela à máxima atenção de todos os utentes da via, com destaque especial para as equipas de resgate e assistência que se encontram a operar nas zonas afectadas.
A instituição alerta que a situação pode comprometer a circulação rodoviária e representa riscos para a segurança dos automobilistas, pelo que recomenda prudência redobrada ao atravessar o local, bem como o cumprimento rigoroso das orientações das autoridades no terreno.
A ANE garante que equipas técnicas estão mobilizadas para avaliar a gravidade da erosão e implementar medidas urgentes de contenção, visando restabelecer a segurança e a normal circulação naquela importante via do país.