A Cervejas de Moçambique lançou, a 7.ª edição do Prémio Jornalístico CDM Ambiente, uma iniciativa que visa incentivar a produção de conteúdos sobre preservação ambiental, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável em Moçambique.
A principal novidade desta edição é a introdução da categoria de Trabalhos Académicos, dirigida a estudantes universitários que desenvolvam pesquisas científicas e soluções inovadoras ligadas ao meio ambiente, economia circular e gestão sustentável dos recursos naturais.
O concurso contempla as categorias de Televisão, Rádio, Imprensa Escrita, Fotografia e Trabalhos Académicos, com prémios monetários que ultrapassam um milhão de meticais no total.
Cada vencedor de categoria receberá 120 mil meticais, enquanto os segundos classificados terão direito a 60 mil meticais. O concurso prevê ainda a distinção de Grande Vencedor, que será premiado com um valor adicional de 150 mil meticais.
Durante a conferência de imprensa de lançamento, Bruno Tembe afirmou que o prémio representa o compromisso contínuo da CDM com a promoção da consciência ambiental e do desenvolvimento sustentável no país.
Segundo o responsável, a introdução da categoria de Trabalhos Académicos surge da necessidade de envolver mais a juventude universitária na procura de soluções inovadoras para os desafios ambientais enfrentados por Moçambique.
“Queremos incentivar os jovens a contribuírem activamente com ideias, pesquisas e soluções sustentáveis que possam gerar impacto positivo nas comunidades”, afirmou.
Por sua vez, Carlos Serra, membro do júri do concurso, destacou a qualidade e credibilidade do painel de avaliação desta edição, considerando que o prémio se tem afirmado como uma importante plataforma de valorização do jornalismo ambiental em Moçambique.
Carlos Serra encorajou jornalistas e estudantes universitários a participarem activamente no concurso e apelou aos candidatos para consultarem cuidadosamente o regulamento da iniciativa, de modo a garantir que os trabalhos submetidos respondam plenamente aos critérios estabelecidos pela organização.
Na ocasião, Dércio Viola, coordenador-geral da Associação dos Estudantes Finalistas Universitários de Moçambique, afirmou que a parceria entre a associação e a CDM poderá incentivar um maior envolvimento dos estudantes universitários em iniciativas ligadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento do país.
Segundo Dércio Viola, Moçambique enfrenta desafios constantes relacionados com as mudanças climáticas, pelo que a aproximação entre a academia e o sector privado poderá contribuir significativamente para o surgimento de soluções inovadoras e sustentáveis.
“Acreditamos que esta iniciativa vai estimular os estudantes a desenvolverem pesquisas aplicadas e soluções concretas para os problemas ambientais que o país enfrenta”, referiu.
As candidaturas decorrem de 13 de Maio a 5 de Junho de 2026, período durante o qual jornalistas profissionais, estudantes universitários e criadores de conteúdos poderão submeter trabalhos relacionados com questões ambientais e sustentabilidade.


